<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?>
<?xml-stylesheet type="text/xsl" href="style.xsl"?>
<!-- Generated by: http://www.phpclasses.org/rsswriter $Revision: 1.7 $ -->
<rdf:RDF xmlns:rdf="http://www.w3.org/1999/02/22-rdf-syntax-ns#" xmlns="http://purl.org/rss/1.0/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
 <channel rdf:about="http://www.expomus.com.br/rss-artigos-blog/blog-1">
  <title>.: Blog :.</title>
  <link>http://www.expomus.com.br/artigos-blog/blog-1</link>
  <description/>
  <dc:date>2012-2-06T18:06:07Z</dc:date>
  <items>
   <rdf:Seq>
    <rdf:li rdf:resource="http://www.expomus.com.br/artigo-blog/museu-de-arte-sacra-de-paraty"/>
    <rdf:li rdf:resource="http://www.expomus.com.br/artigo-blog/mostra-748600-chega-a-pernambuco"/>
    <rdf:li rdf:resource="http://www.expomus.com.br/artigo-blog/europalia-festival-internacional-de-artes"/>
    <rdf:li rdf:resource="http://www.expomus.com.br/artigo-blog/o-dia-internacional-de-museus"/>
    <rdf:li rdf:resource="http://www.expomus.com.br/artigo-blog/curadoria-e-tema-de-oficinas-em-sao-paulo"/>
    <rdf:li rdf:resource="http://www.expomus.com.br/artigo-blog/novos-curadores-abre-para-debate-nao-perca"/>
    <rdf:li rdf:resource="http://www.expomus.com.br/artigo-blog/os-desastres-ambientais-e-o-lugar-da-memoria"/>
    <rdf:li rdf:resource="http://www.expomus.com.br/artigo-blog/a-arte-enuncia-a-paz-por-maria-ignez-mantovani-franco"/>
    <rdf:li rdf:resource="http://www.expomus.com.br/artigo-blog/de-volta-ao-brasil-portinari-monumental"/>
    <rdf:li rdf:resource="http://www.expomus.com.br/artigo-blog/de-xangai-para-o-brasil"/>
    <rdf:li rdf:resource="http://www.expomus.com.br/artigo-blog/eu-tu-ele-nos-vos-eles"/>
    <rdf:li rdf:resource="http://www.expomus.com.br/artigo-blog/novos-curadores-ja-tem-projeto-vencedor-confira"/>
    <rdf:li rdf:resource="http://www.expomus.com.br/artigo-blog/novos-curadores-na-reta-final"/>
    <rdf:li rdf:resource="http://www.expomus.com.br/artigo-blog/vamos-celebrar-cosme-e-damiao"/>
    <rdf:li rdf:resource="http://www.expomus.com.br/artigo-blog/pioneiros-empreendedores-no-museu-historico-nacional"/>
    <rdf:li rdf:resource="http://www.expomus.com.br/artigo-blog/tao-longe-tao-perto-concorre-ao-premio-aberje-2010"/>
    <rdf:li rdf:resource="http://www.expomus.com.br/artigo-blog/arte-contemporanea-em-debate"/>
    <rdf:li rdf:resource="http://www.expomus.com.br/artigo-blog/museu-o-dialogo-entre-a-arte-e-a-ciencia"/>
    <rdf:li rdf:resource="http://www.expomus.com.br/artigo-blog/copa-do-mundo-olimpiadas-e-museus-uma-conexao-e-tanto"/>
    <rdf:li rdf:resource="http://www.expomus.com.br/artigo-blog/4-forum-nacional-de-museus"/>
    <rdf:li rdf:resource="http://www.expomus.com.br/artigo-blog/ii-encontro-de-museus-paulistas"/>
    <rdf:li rdf:resource="http://www.expomus.com.br/artigo-blog/a-copa-do-mundo-esta-em-todo-lugar"/>
    <rdf:li rdf:resource="http://www.expomus.com.br/artigo-blog/o-mundo-corporativo-sob-os-novos-signos-da-arte"/>
    <rdf:li rdf:resource="http://www.expomus.com.br/artigo-blog/nos-bastidores-de-tao-perto-e-tao-longe"/>
    <rdf:li rdf:resource="http://www.expomus.com.br/artigo-blog/krajcberg-em-milao"/>
    <rdf:li rdf:resource="http://www.expomus.com.br/artigo-blog/caiu-a-ficha-educar-para-a-iniciacao-cientifica"/>
    <rdf:li rdf:resource="http://www.expomus.com.br/artigo-blog/um-curador-na-encruzilhada"/>
    <rdf:li rdf:resource="http://www.expomus.com.br/artigo-blog/novas-formas-de-ver-a-arte-uma-experiencia-em-3d"/>
    <rdf:li rdf:resource="http://www.expomus.com.br/artigo-blog/maria-ignez-mantovani-franco-defende-sua-tese-de-doutorado"/>
    <rdf:li rdf:resource="http://www.expomus.com.br/artigo-blog/diario-de-viagem-por-maria-ignez-mantovani-franco"/>
    <rdf:li rdf:resource="http://www.expomus.com.br/artigo-blog/conferencia-camoc-2009-istambul"/>
    <rdf:li rdf:resource="http://www.expomus.com.br/artigo-blog/i-encontro-de-recursos-humanos-de-organizacoes-culturais"/>
    <rdf:li rdf:resource="http://www.expomus.com.br/artigo-blog/e-tempo-de-novidade"/>
   </rdf:Seq>
  </items>
 </channel>
 <item rdf:about="http://www.expomus.com.br/artigo-blog/museu-de-arte-sacra-de-paraty">
  <description>&lt;a href=&quot;http://www.caixa.com.br&quot;&gt;COM O PATROCÍNIO DA CAIXA MUSEU É REVITALIZADO&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;O Museu de Arte Sacra de Paraty está localizado no interior da Igreja de Santa Rita, Largo de Santa Rita. Inaugurado em 1973, preserva importantes coleções de ourivesaria, imagens e móveis, relacionados a arte sacra. Em 2007, iniciamos junto ao IPHAN um projeto de revitalização museológica do espaço, que tem o apoio do Ministério da Cultura, por meio da Lei Rouanet e o patrocínio da Caixa.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Abaixo, a coordenadora do núcleo de museologia da Expomus, Andrea Dias Vial, nos conta sobre projeto e as principais ações já realizadas. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;strong&gt;Andrea, quais as ações envolvidas nesse projeto?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;O projeto prevê ações focadas na preservação do acervo e no desenvolvimento de uma nova exposição de longa duração, que abordará a religiosidade paratyense.  As ações de salvaguarda foram iniciadas pela recuperação física, com descupinização, dos retábulos e da estrutura do telhado, bem como ações de documentação, conservação e guarda do acervo. Foi adquirida uma unidade de informática que será de uso exclusivo da documentação do acervo do museu. O Projeto permitiu desenvolver um banco de dados customizado para o Museu, catalogar o acervo, e desenvolver o projeto museográfico da reserva técnica que será executado no início desse ano de 2012. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Para o desenvolvimento do projeto expográfico, foi realizada a pesquisa histórica e coleta de depoimentos. O circuito está dividido em cinco módulos que retratam a religiosidade paratyense. A exposição só poderá ser montada após o término das obras de restauração do edifício, a cargo do Instituto Brasileiros de Museus  IBRAM.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;strong&gt;Como foi o trabalho realizado junto à comunidade?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Paraty é uma cidade que conta sempre com forte participação da comunidade em várias de suas ações. O trabalho de coleta de depoimentos registrou diferentes práticas religiosas, tendo sido entrevistados representantes e praticantes da religião católica, evangélica, messiânica, da umbanda e do candomblé. Cada um a sua maneira mostrou a força da fé e mostrou uma pequena parcela da grande diversidade de práticas religiosas em Paraty, reflexo da diversidade de nosso país. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;strong&gt;Qual a importância desse acervo?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;O acervo do museu é basicamente um acervo de arte sacra. Sob a guarda do museu, está um importante acervo da cúria, muito bem protegido e conservado. O museu pretende também incorporar a seu acervo o registro regular das festas religiosas populares, incorporando sempre que possível o registro das demais religiões, para que possa assim, de fato, salvaguardar aspectos da religiosidade paratyense.&lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.expomus.com.br/artigo-blog/museu-de-arte-sacra-de-paraty</link>
  <title> Museu de Arte Sacra de Paraty</title>
  <dc:date>2012-1-02T17:44:31Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.expomus.com.br/artigo-blog/mostra-748600-chega-a-pernambuco">
  <description>Projeto foi o escolhido do Programa Novos Curadores, &lt;br /&gt;&#13;&#10;um laboratório de criação e discussão sobre curadoria e arte contemporânea&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Depois de estrear no Paço das Artes, na Universidade de São Paulo (USP), entre janeiro-março passado, a exposição coletiva &quot;748.600&quot;, com curadoria de Renan Araujo, inaugura no Santander Cultural Recife. A visitação gratuita acontece de 18/11 a 18/12 (terça a domingo), das 13h às 20h. Trata-se de uma iniciativa da EXPOMUS com o patrocínio do Santander, Governo Federal e Ministério da Cultura. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;A mostra, com artistas brasileiros, faz uma reflexão sobre diferentes aspectos da prática econômica, em obras de jovens artistas e de outros já consagrados, como Caio Reisewitz, Carmela Gross, Cildo Meireles, Clara Ianni, Coletivo Filé de Peixe, Denise Rodrigues, Deyson Gilbert, Gerty Saruê, Jac Leirner, Lourival Cuquinha, Marcelo Cidade, Paulo Climachauska, Pino e Rodrigo Matheus. A única modificação para esta versão foi a substituição de uma obra de Jac Leirner e adição de três desenhos de Paulo Climachauska que compõem a obra &quot;Fechado para Balanço&quot;.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;O projeto do artista/curador de Ribeirão Preto, interior de São Paulo, fez parte da primeira edição do Programa Novos Curadores (www.novoscuradores.com.br) e foi escolhido, em outubro de 2010, entre outros cinco projetos curatoriais também selecionados como finalistas. A seleção foi feita pelo público e por um júri formado pelos orientadores Cauê Alves, Franz Manata, Cristiana Tejo e o curador convidado Tadeu Chiarelli, atual diretor do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC-USP). &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Texto curatorial&lt;br /&gt;&#13;&#10;por Renan Araujo&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;A crise atual tem a ver com o excesso de poder do capital. David Harvey¹&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;O acúmulo, a riqueza e as relações econômicas entre os atores sociais lideram as preocupações do mundo contemporâneo. A lógica que fundamenta o capital é estruturada pela fórmula marxista D-M-D, sendo D dinheiro e M mercadoria. Investe-se um valor determinado na produção de mercadorias, que, após serem processadas e vendidas à sociedade (incorporando o valor produzido pelo trabalho), transformam-se novamente em dinheiro (o lucro). Em uma primeira instância, pode-se dizer que o capital existe como algo abstrato, mensurável através do objeto. Também é possível avaliá-lo segundo lógicas conceituais: não apenas por uma demanda do produto e do espaço físico, mas pelos valores e capitais inexistentes no campo real, sendo D-D um segundo caminho. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;748.600 evidencia as questões existentes na produção de artistas brasileiros na qual a prática econômica aparece como mote da construção objetual: subversão do capital, status adquirido, força de trabalho, reinterpretação da economia e formas de escoamento, criação de uma marca de produtos sem funções reais e a conquista de um território aliado à política, sempre de uma forma crítica e com o risco das contradições.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Observa-se que, aliada ao acúmulo e ao capital, existe a ideia de poder, que impera nas obras como consequência, em trabalhos em que aparecem questões como a religião, o Estado, a pornografia, as burocracias e os ambientes legais ou ilegais. O recorte parte da década de 1970, com obras para o espaço expositivo e outras externas. 748.600 não nega o capital, apenas mostra como é seu funcionamento e o que cada artista interpreta como realidade.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Está mais para Simmel e as relações que o dinheiro provoca no círculo social, colocando par a par o objeto com o indivíduo e dissolvendo sua própria identidade, do que apenas a demonização do acúmulo.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;¹ Entrevista com o geógrafo David Harvey para a Globo News em 12 de abril de 2010. Disponível em:vimeo.com/10933225. Acesso em 08 de dezembro de 2010. O título da exposição, 748.600, é uma autorreflexão sugerida pelo valor captado pelo projeto Novos Curadores junto a setores privados (via Lei de Incentivo Fiscal).&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Programa Novos Curadores&lt;br /&gt;&#13;&#10;por Rejane Cintrão e Joana Tuttoilmondo&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Novos Curadores é um laboratório de criação e discussão sobre curadoria e arte contemporânea, criado com o objetivo de formar profissionais na área e disseminar conhecimento e informação de maneira informal, visando principalmente o público não habituado a frequentar museus e galerias de arte. Com caráter inédito e inovador, propõe-se também a divulgar a arte contemporânea brasileira, dando visibilidade a artistas emergentes e a trabalhos experimentais. O meio mais eficiente para atingir esses objetivos é a internet. Por isso &lt;!-- BBCode auto-link start --&gt;&lt;a href=&quot;http://www.novoscuradores.com.br&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;www.novoscuradores.com.br&lt;/a&gt;&lt;!-- BBCode auto-link end --&gt; se concretizou numa plataforma colaborativa virtual, na qual projetos curatoriais foram desenvolvidos por seis participantes, com acompanhamento e colaboração do público. Além disso, o website se tornou um canal de intercâmbio de ideias e informações entre público, curadores, artistas e diversos profissionais ligados à realização de exposições, divulgando atividades sobre a área, no país e no exterior. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Lançada em agosto de 2010, a primeira edição de Novos Curadores contou com a colaboração de orientadores na área crítica e conceitual, profissionais de expografia e museologia, entre eles: Rejane Cintrão, Joana Tuttoilmondo, Erico Marmiroli, Cauê Alves, Franz Manata, Cristiana Tejo, Álvaro Razuk e Felipe Tassara.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Em outubro, o público pôde votar, pelo site, no seu projeto preferido. Mais de 1.200 pessoas votaram. A seleção foi feita pelo público e por um júri formado pelos orientadores Cauê Alves, Franz Manata, Cristiana Tejo e o curador convidado Tadeu Chiarelli. O projeto 748.600, de Renan Araujo, foi escolhido e contemplado com a realização da exposição no Paço das Artes. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Esta exposição encerra a primeira edição do programa, que deverá ter continuidade nos próximos anos, visando dar oportunidades a novos talentos, no Brasil e no exterior, e aproximar cada vez mais o público da produção artística contemporânea. Novos Curadores já conta com mais de 60 mil acessos. Participe também, navegando no site novoscuradores.com.br&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Serviço&lt;br /&gt;&#13;&#10;Mostra &quot;748.600&quot;, curada por Renan Araujo&lt;br /&gt;&#13;&#10;Visitação: de 18 de novembro a 18 de dezembro, terça a domingo, das 13h às 20h&lt;br /&gt;&#13;&#10;Santander Cultural - Av. Rio Branco, 23, Bairro do Recife, Recife &lt;br /&gt;&#13;&#10;T. 55 81 3224 1110 &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;!-- BBCode auto-link start --&gt;&lt;a href=&quot;http://www.santandercultural.com.br&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;www.santandercultural.com.br&lt;/a&gt;&lt;!-- BBCode auto-link end --&gt; &lt;br /&gt;&#13;&#10;Agendamento de visitas orientadas: &lt;!-- BBcode auto-mailto start --&gt;&lt;a href=&quot;mailto:servicoeducativoscrecife@gmail.com&quot;&gt;servicoeducativoscrecife@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;!-- BBCode auto-mailto end --&gt; &lt;br /&gt;&#13;&#10;T. 55 81 3224-1110&lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.expomus.com.br/artigo-blog/mostra-748600-chega-a-pernambuco</link>
  <title>Mostra &quot;748.600&quot; chega a Pernambuco</title>
  <dc:date>2011-11-07T16:57:21Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.expomus.com.br/artigo-blog/europalia-festival-internacional-de-artes">
  <description>Desde 1969 é realizada na Bélgica, a Europalia  Festival Internacional de Artes que tem a cada edição um país como tema.  Neste ano de 2011, o Brasil foi o país escolhido para ilustrar a ampla programação do evento que reúne atividades nas áreas da musica, artes plásticas, teatro, dança, cinema, fotografia, arquitetura, design, moda e gastronomia.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;A abertura solene do  festival,  aconteceu em 04 de outubro e contou com a presença da Presidente Dilma Rousseff.  A Organização integral do evento foi gerada por um Comissariado Brasileiro do Festival Europalia, formado por um Comissariado-Geral Brasileiro e outro Europeu, que trabalharam em esforço conjunto e dedicado à viabilização do projeto bilateral.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;A Expomus ao longo de dois meses trabalhou com afinco para levar à Bélgica cerca de 891 obras de artes que se organizaram nas mostras: Brazil.Brazil, Art in Brazil, Terra Brasilis e  Perolas da Liberdade: joalheria afrobrasileira&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;O festival seguirá com uma intensa programação até janeiro de 2012, confira no site  do festival (&lt;a href=&quot;http://www.europalia.be/?lang=fr&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;) &lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.expomus.com.br/artigo-blog/europalia-festival-internacional-de-artes</link>
  <title>Europalia Festival Internacional de Artes</title>
  <dc:date>2011-11-03T16:07:20Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.expomus.com.br/artigo-blog/o-dia-internacional-de-museus">
  <description>Por Maria Ignez Mantovani Franco, &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Desde sua criação, em 1977, o Dia Internacional de Museus tem ganho ampla difusão em todo o mundo. Esta celebração anual que ocorre no mês do maio, tem como marco principal o dia 18, Dia Internacional dos Museus, e permite que a comunidade museológica mundial reflita sobre um tema central, democraticamente eleito pela maioria dos países que integram o Conselho Internacional de Museus.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Assim, este tema recebe, simultaneamente, uma atenção dirigida de diversos pensadores da museologia e outras disciplinas do conhecimento, criando um fórum internacional de debate e de interesse sobre ele. Este movimento tem a finalidade de não apenas potencializar a reflexão dos profissionais de museus mas, para alem disso, sensibilizar o grande público para questões centrais que se interrelacionam com os museus. Acabam por evidenciar a abrangência do papel dos museus na sociedade contemporânea, sendo a temática muitas vezes inspiradora para ações museológicas que se devolvem no decorrer de todo o ano.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Para se ter uma idéia da amplitude desta ação, segundo dados do próprio ICOM, em 2010, cerca de 30.000 museus situados em 96 países, desenvolveram programações focadas no tema eleito. O Brasil destaca-se sobremaneira neste cenário, por conta de uma orquestração conjunta motivada pelo ICOM Brasil e potencializada pelo Instituto Brasileiro de Museus  IBRAM, nos últimos anos, que já posicionou nosso pais nos primeiros lugares no ranking internacional de mobilização.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Para o ICOM Internacional um dos maiores benefícios trazidos por este movimento é sem dúvida a possibilidade de atingir uma diversidade cultural mais ampla e favorecer o entendimento intercultural entre diferentes povos e culturas.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;O tema eleito pelo ICOM para o ano de 2011 é Museu e Memória  os objetos contam sua história, e tem como foco principal despertar a consciência de que as coleções dos museus são elementos estruturadores para a memória das comunidades em que vivemos.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;É importante salientar que o ICOM identificou cinco indicadores a serem desenvolvidos em torno do tema central escolhido para 2011:&lt;br /&gt;&#13;&#10;cuidado e acesso às coleções e documentos&amp;#059;&lt;br /&gt;&#13;&#10;- história dos museus&amp;#059;&lt;br /&gt;&#13;&#10;- a memória esquecida&amp;#059;&lt;br /&gt;&#13;&#10;- a relação entre a memória, a comunidade e a identidade&amp;#059;&lt;br /&gt;&#13;&#10;- a contribuição cultural da África para com o mundo.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;É importante observar que este tema Museu e Memória não é novo, nem mesmo no âmbito das proposições do próprio ICOM. Dada sua relevância inquestionável, ele vem sendo tratado continuamente em diferentes ações e sob diversas formas, podendo ser caracterizado sim como um tema de interesse museológico de longa permanência. Isto denota que memória e Museu são binômios indissociáveis e esta é sem dúvida a maior força a imprimir propulsão às nossas reflexões neste ano.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Fonte: Revista do Conselho Internacional de Museus Notícias do ICOM, Vol 64 no. 1. Fevereiro de 2011( pg 20 e 21).&lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.expomus.com.br/artigo-blog/o-dia-internacional-de-museus</link>
  <title>O Dia Internacional de Museus.</title>
  <dc:date>2011-5-18T14:12:17Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.expomus.com.br/artigo-blog/curadoria-e-tema-de-oficinas-em-sao-paulo">
  <description>Curadoria e contexto é um programa de oficinas, liderado pelo Fórum Permanente e pelo Centro de Cultura de Espanha que acontecerão até novembro de 2011, e dão continuidade ao projeto Experiências dialógicas (2008-2010) e às oficinas de curadoria organizadas em São Paulo nos anos anteriores. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Formado por quatro oficinas intensivas, com duração de cinco dias cada, os encontros abordarão o exercício da curadoria em relação a outras práticas: Curadoria e gestão/produção&amp;#059; Curadoria e mediação crítica&amp;#059; Curadoria, geopolítica e deslocamentos&amp;#059; e Curadoria e as tecnologias de acesso e memória cultural.&lt;br /&gt;&#13;&#10;A Primeira oficina teve início no último dia 28 e conta com a participação do Gustavo Wanderley (Casa da Ribeira) e da Maria Ignez Mantovani (Expomus). A mediação dos trabalhos é realizada pela  Ana Letícia Fialho,  do Fórum Permanente&lt;br /&gt;&#13;&#10;Nesta primeira oficina estão sendo discutidos exemplos de negociação/articulação entre o projeto curatorial conceitual e sua viabilidade gerencial e orçamentária, uma vez que delas dependem o impacto social, os desdobramentos, a circulação e distribuição que o projeto venha a ter.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Perguntamos a Maria Ignez, sobre o andamento dos trabalhos. Veja a seguir suas considerações:&lt;br /&gt;&#13;&#10; &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;strong&gt;1. Qual a importância do Programa Curadoria e Contexto?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Este programa Curadoria e Contexto que se estenderá de março a novembro, tangenciando vários  temas , é algo muito importante porque apresenta um viés múltiplo e inovador. Geralmente os cursos de curadoria costumam abordar questões conceituais relevantes, sem dúvida, mas talvez não se preocupem na formação mais ampla do curador com relação ao entorno, ao contexto, à toda gama de conhecimentos que se articulam em torno de uma curadoria para viabilizar uma exposição.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;strong&gt;2. A primeira oficina trata dos temas gestão e produção, quais os aspectos que estão sendo abordados?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Esta primeira oficina tem sido muito desafiante porque o grupo de participantes selecionado é bastante competente e preparado, o que enriquece muito as discussões e análises. Estamos abordando muitas questões relevantes, mas posso destacar entre elas: situações de tensão que se estabelecem entre a curadoria e o entorno, seja ele institucional, de produção ou com relação aos artistas, aos patrocinadores, etc.&amp;#059; ações transversais de educação&amp;#059; estratégias de negociação com diferentes atores envolvidos&amp;#059; cadeia operatória de ações e responsabilidades no desenvolvimento de um projeto expositivo.&lt;br /&gt;&#13;&#10; &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;strong&gt;3. Ontem o grupo participante apresentou seus trabalhos individuais , como foi? &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Foi muito rico e estimulante. O grupo foi subdivido em quatro grupos,  elegeram e trabalharam sobre seus próprios projetos curatoriais e produziram observações e análises estimulados por quatro perguntas fundadoras estabelecidas pelos responsáveis pela oficina: Gustavo Wanderley e eu. Os resultados foram muito densos e produtivos. &lt;br /&gt;&#13;&#10; &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;strong&gt;4. O trabalho curatorial tem sido muito debatido, tanto pela criação de cursos superiores, como pela criação de programas voltados para o seu entendimento - vide as iniciativas como Novos Curadores da Expomus e essa Oficina. Como você vê esses movimentos?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Vejo estes movimentos de emergência da curadoria no cenário do debate cultural como algo novo e muito significativo. Cabe a todos nós zelar para que este espaço não se restrinja ou se intimide. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10; &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.expomus.com.br/artigo-blog/curadoria-e-tema-de-oficinas-em-sao-paulo</link>
  <title>Curadoria é tema de oficinas em São Paulo.</title>
  <dc:date>2011-3-31T14:46:16Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.expomus.com.br/artigo-blog/novos-curadores-abre-para-debate-nao-perca">
  <description>Com o objetivo de fomentar a formação dos jovens profissionais e promover o acesso a discussão e estudo da arte contemporânea, o programa Novos Curadores  desenvolveu uma plataforma online interativa para a promoção da área de curadoria e acesso à todas etapas que envolvem a realização de uma exposição de arte.   &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Durante o período de 26 de janeiro a 27 de março, o Paço das Artes apresenta a exposição 748.600, projeto do curador Renan Araujo, selecionado por Novos Curadores  e que tem como mote conceitual a influência do acúmulo, da riqueza e das relações econômicas nas sociedades contemporâneas.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Com o encerramento da exposição 748.600, o Paço das Artes, a Expomus e o Santander convidam para palestra de Novos Curadores que tem como intuito a discussão da primeira edição do programa e o debate dos novos desafios na área de curadoria de arte. Na ocasião, os curadores Cauê Alves, Cristiana Tejo, Rejane Cintrão e Franz Manata, ao lado do artista Alex Topini (Coletivo Filé de Peixe), abordarão o trabalho do curador selecionado Renan Araujo e outras questões pertinentes à carreira de curadoria de arte.  &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Palestrantes:&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Rejane Cintrão - Idealizadora do programa Novos Curadores, trabalha na área cultural há 27 anos, tendo atuado como curadora executiva no MAM São Paulo e produtora de exposições no MAC-USP. Mestre em história da arte pela ECA-USP, participou da curadoria de inúmeras exposições e atualmente também trabalha como produtora cultural.  &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Cauê Alves - (São Paulo, 1977) Filósofo, crítico de arte, curador e professor. Forma-se em Filosofia (2000) pela Universidade de São Paulo  USP, onde também conclui mestrado em Filosofia (2004). É professor da  PUC-SP e curador do Clube de Gravura do Museu de Arte Moderna de São Paulo  MAM-SP. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Cristiana Tejo - (Recife, 1976) Jornalista, crítica de arte, curadora e professora. Graduada em Comunicação (1998) e mestre em Comunicação  Mídia e Cultura (2005) pela Universidade Federal de Pernambuco  UFPE. É professora de cursos relacionados à arte, curadora do projeto Made in Mirrors e coordenadora geral de Capacitação da Fundação Joaquim Nabuco.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Franz Manata - (Belo Horizonte, 1964) Artista e curador, vive no Rio de Janeiro. Graduado em Economia pela Pontifícia Universidade Católica  PUC-MG (1985) e, na sequência, com especialização em Teoria e Método em Ciências Sociais, na mesma instituição. Mestre em Linguagens Visuais pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro  UFRJ, em 2002. Desde 2004, é professor da Escola de Artes Visuais do Parque Lage, no Rio de Janeiro. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Renan Araújo - (Ribeirão Preto, 1987) Artista plástico. É graduando em Comunicação Social pela Universidade de Ribeirão Preto  UNAERP. Trabalha na Galeria de Arte Marcelo Guarnieri e, desde 2005 participa de mostras coletivas e projetos de arte no Brasil, Peru, Venezuela e Espanha. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Alex  Topini (Coletivo Filé de Peixe) - Formado por Alex Topini, Felipe Cataldo e Fernanda Antoun, o coletivo Filé de Peixe desde 2006 realiza ações de intervenção urbana com base no audiovisual e projetos de ocupação artística em espaços não convencionais como ruas, praças, etc. Desde 2009 desenvolve o projeto PIRATÃO, que ao modo e preços praticados pelos camelôs piratas dos grandes centros urbanos, comercializou mais de 4300 vídeos de autores clássicos e recentes, da produção videoartística nacional e internacional. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Local: Auditório do Paço das Artes&lt;br /&gt;&#13;&#10;Data: Sábado, 26 de março&lt;br /&gt;&#13;&#10;Hora: 15 horas&lt;br /&gt;&#13;&#10;Informações: &lt;!-- BBcode auto-mailto start --&gt;&lt;a href=&quot;mailto:lilian@expomus.com.br&quot;&gt;lilian@expomus.com.br&lt;/a&gt;&lt;!-- BBCode auto-mailto end --&gt;&lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.expomus.com.br/artigo-blog/novos-curadores-abre-para-debate-nao-perca</link>
  <title>Novos Curadores abre para debate: não perca!</title>
  <dc:date>2011-3-22T19:00:13Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.expomus.com.br/artigo-blog/os-desastres-ambientais-e-o-lugar-da-memoria">
  <description>Por Maria Ignez Mantovani, diretora da Expomus&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Já não se fala apenas em Cruz Vermelha ou mesmo na Defesa Civil no momento crucial das grandes tragédias ambientais e sociais, como a que acabamos de assistir no circuito serrano do Rio de Janeiro, no mês de janeiro. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Hoje o mundo entende estes momentos de pânico, de catástrofe, de verdadeiro desatino como um sinal de falência das cidades, ou melhor, um alerta com relação à extrema fragilidade do planejamento urbano em distintos países. A tragédia do Katrina em New Orleans (USA)¹, em 2005, evidenciou que mesmo as sociedades tidas como mais desenvolvidas estão ainda pouco aparelhadas para a intensidade das alternâncias climáticas extremas, tais como ciclones tropicais, furacões ou tufões. Várias regiões do planeta estão sujeitas a terremotos, tsunamis, erupções vulcânicas, tornados, tempestades de neve, inundações, secas prolongadas, entre outras calamidades ou desastres naturais.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;A complexidade dos transtornos e estragos que vitimam pessoas e cidades já evidenciou sérios problemas de governança pública de diferentes regiões e países. A vida nos mostra que a realidade fala mais alto do que os planos, unicamente porque eles costumam não sair do papel e não passam de discurso, pois não se transformam em ação ainda em tempo hábil. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;A ONU alerta que na última década os descasos governamentais aliados a eventos climáticos já deixaram 7,5 milhões de brasileiros sem casas, com prejuízos físicos, econômicos e psicológicos. Com este lamentável histórico, não se pode dizer que os desastres naturais tenham surpreendido os organismos públicos no Brasil. Talvez tenhamos que refletir sobre por que os governos em geral tendem a investir em medidas paliativas e não estruturais.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;É bom lembrar que, desde os tempos imemoriais do planeta (4,5 bilhões de anos) e mesmo depois do surgimento das espécies vivas (3 bilhões de anos) e, posteriormente, do homem (200 mil anos), observam-se grandes eventos naturais que redesenham continuamente a configuração geofísica e ambiental da Terra. A extinção dos dinossauros (65,5 milhões de anos)² nos evidencia  para usar um exemplo muito explorado pelo cinema  que a natureza, essencial para nos manter vivos, pode-se mostrar inexorável em eventos capazes de nos extinguir enquanto espécie.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;No entanto, seria leviano descartar o papel do homem neste processo de alguns milhares de anos de diálogo caótico e enfrentamento com a natureza e, ainda mais, simplificar esta complexa sustentabilidade do planeta, criando camadas estratigráficas de culpa, sem antes extrair delas as verdadeiras conexões que tanto interessam ao universo científico e ao necessário planejamento socioeconômico. A complexidade da vida no planeta não é assunto para principiantes e muito menos para algumas poucas disciplinas ou alguns dos movimentos de proteção ambiental. Exige conhecimento múltiplo, interações contínuas, monitoramento constante e ações preventivas, mais do que curativas.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Por tudo isso, quando se ouve pela TV o anúncio de que a cidade X precisará ser reconstruída do zero, torna-se imperativo pensar: mas de que cidade se está falando? Quem decidirá o que deverá ser reconstruído? Quais os valores que esta sociedade, após o enterramento de seus mortos, decidirá preservar e reconstruir? Certamente não estaremos falando da mesma cidade, pois até mesmo seu território certamente se apresenta alterado, desconfigurado e nem a comunidade que ali viveu, após a tragédia, será a mesma. Há lacunas infindáveis que precisarão ser sanadas, tratadas, suturadas, mas que, oportunamente, possibilitarão também uma reavaliação, um novo equacionamento, enfim, novas escolhas. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Pensar em reconstruir significa reavaliar o que já existiu e eleger o que se pretende recompor para o futuro. Há, ainda, que avaliar o nível de amadurecimento e quais instâncias de articulação social poderão ser mobilizadas para que haja uma real interação que proteja o interesse da maioria, em detrimento de decisões unilaterais e pouco representativas. Há que se considerar também que há valores intangíveis que não poderão ser recompostos. Neste caso, será possível ou valerá a pena optar por seu simulacro? Ou seria melhor partir para um esquecimento reverenciado que transforme a dor em passado, possibilitando a reconstrução de novos signos para o futuro? &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Chegamos então a uma equação cristalina que compõe o cenário das cidades, independentemente de seu tamanho, de sua lógica, de sua articulação política ou vinculação a determinada região, estado ou país. A cidade, mesmo em dias de céu de brigadeiro, não pode prescindir de sua memória  deverá cuidar da autoestima de seus habitantes, terá de eleger e certificar-se de seus lugares de memória, terá de agir de forma lúcida, valorizando suas práticas sociais, suas referências, suas marcas, seus signos. &lt;br /&gt;&#13;&#10;Assim, cada cidade devastada terá de dialogar com seus habitantes, respeitar suas escolhas, encontrar caminhos de ação coletiva, unir forças para a reconstrução, unir fragmentos de memória que recomponham a narrativa social.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Além de recursos econômicos, doações materiais, salvamentos médicos, assistência aos flagelados, controle dos destemperos midiáticos, as populações necessitam indubitavelmente de um lugar de memória onde possam reverenciar suas perdas, suas práticas, suas lógicas e depurar o passado no presente, para reconstruir o futuro. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Cada cidade precisa perenemente de um museu que repertorie sua memória social e que possa, num momento caótico e de intensa dor, garantir a seus habitantes que é possível e vale a pena recompor os laços de memória, de emoção, ou seja, a própria vida em sociedade.&lt;br /&gt;&#13;&#10;A cidade pode perder suas marcas físicas, pode estar destruída, pode estar ameaçada por cicatrizes muitas vezes irrecuperáveis, mas deverá lutar para perpetuar a capacidade humana de manter sua memória, de eleger a vida em detrimento da dor, de encontrar objetos-símbolo que tenham o poder de despertar emoção. A memória possibilita a reconstrução, tolera os necessários descartes e assume a ressurreição  a partir de lógicas fragmentadas, porém capazes de eleger, continuamente, o que lembrar e o que esquecer.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;O Conselho Internacional de Museus  ICOM, por meio de seu Comitê de Museus de Cidade  CAMOC, poderá alimentar as regiões vitimadas com experiências sensíveis de museus que colaboraram vivamente nos processos de reconstrução de cidades. Entre os exemplos internacionais mais contundentes, podemos ressaltar os programas museológicos desenvolvidos em New Orleans após o Katrina e, em Nova York, após os atentados de 11 de setembro. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Mais do que a pressa em reconstruir cidades, é preciso recuperar a capacidade de acreditar, renovar as expectativas e reerguer a autoestima e o sentido de pertencimento dos cidadãos vitimados. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Por isso, deve-se atentar para que os poucos museus existentes nas regiões atingidas possam desempenhar uma função que exceda a de postos de coleta de doações materiais  tarefa esta mais do que necessária e cidadã, que poderá ser assumida por outras organizações sociais. Vamos reservar aos museus o papel de lugares de memória, instâncias sociais capazes de coletar contemporaneamente os vestígios e relatos simbólicos da tragédia, para transformá-los, coletivamente, em referências capazes de mobilizar estratégias sociais de superação.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10; &lt;br /&gt;&#13;&#10;¹ - O Furacão Katrina, uma tempestade tropical que alcançou a categoria 5 da Escala de Furacões de Saffir-Simpson, destruiu uma parte dos EUA. Os ventos do furacão alcançaram mais de 280 quilômetros por hora, e causaram grandes prejuízos na região litorânea do sul dos Estados Unidos, especialmente em torno da região metropolitana de Nova Orleans, em 29 de agosto de 2005, de onde mais de um milhão de pessoas foram evacuadas. (Fonte: Wikipedia).&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;² - Extinção dos Dinossauros (Extinção Cretáceo-Paleogeno)&lt;br /&gt;&#13;&#10;A extinção K-T ou evento K-T foi uma extinção em massa, ocorrida há mais ou menos 65,5 milhões de anos, que marca o fim do período Cretáceo (K, abreviação tradicional) e o início do período Terciário (T). Este evento teve um enorme impacto na biodiversidade da Terra e vitimou boa parte dos seres vivos da época, incluindo os dinossauros e outros répteis gigantes. (Fonte: Wikipedia).&lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.expomus.com.br/artigo-blog/os-desastres-ambientais-e-o-lugar-da-memoria</link>
  <title>Os desastres ambientais e o lugar da memória</title>
  <dc:date>2011-2-22T17:33:58Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.expomus.com.br/artigo-blog/a-arte-enuncia-a-paz-por-maria-ignez-mantovani-franco">
  <description>Há momentos em nossas vidas em que a arte fala mais alto do que muitas das formas de transmitir votos de bem-aventurança a nossos semelhantes.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;É o que acontece neste final de ano no Rio de Janeiro, com a exposição pública, no Theatro Municipal, dos Painéis Guerra e Paz, de Cândido Portinari, que pertencem à ONU.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Resultado de mais de três anos de empenho e articulações do Projeto Portinari com o Governo Federal e com a ONU, os painéis Guerra e Paz, de Candido Portinari, voltam ao Theatro Municipal do Rio de Janeiro mais de 50 anos depois de sua memorável apresentação naquele palco, em 1956. Foi ali a primeira e última vez que o povo brasileiro e o próprio pintor tiveram a emoção de vê-los erguidos em sua monumentalidade. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Os painéis Guerra e Paz representam sem dúvida o melhor trabalho que já fiz... Dedico-os à humanidade, disse Portinari em entrevista à Agência Reuters, em 1957.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Entre 1952 e 1956, Candido Portinari realizou seus dois últimos e maiores murais, Guerra e Paz (14 metros de altura por 10 metros de largura, aproximadamente), encomendados pelo governo brasileiro para presentear a sede da ONU, em Nova York. Dag Hammarskjold, secretário-geral da ONU à época da doação, afirmou ser aquela a mais importante obra de arte monumental doada à organização.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Com o patrocínio do BNDES, organizações governamentais, instituições de pesquisa, empresas, além do apoio da ONU, do Ministério da Cultura e do Itamaraty, o Projeto Guerra e Paz é hoje uma realidade. A pedido do Governo Brasileiro, a ONU entregou ao Projeto Portinari a guarda dos painéis até agosto de 2013, período em que implementa um masterplan de reformas em sua sede em Nova York.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Após uma complexa e rigorosa operação de desmontagem dos painéis na sede da ONU, seguida de uma logística apurada, como preveem os deslocamentos de obras-primas da humanidade, os painéis Guerra e Paz já estão de volta ao solo brasileiro, para exposição no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, até início de janeiro de 2011.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Para além desta exposição, os painéis retornam ao Brasil para um restauro de primeira grandeza no Palácio Capanema, sede do Ministério da Cultura no Rio de Janeiro. Confiados às mãos experientes dos restauradores Edson Motta Júnior e Cláudio Valério, o atelier de restauro será aberto à visitação, com prioridade para estudantes da rede pública do Rio de Janeiro. Um programa de educação artística desenvolverá a mediação dos diferentes públicos com os conteúdos dos trabalhos de restauração em curso, evidenciando que a educação patrimonial começa pela observação das obras dos grandes mestres. Para além da educação patrimonial, soma-se neste caso a mundialmente almejada educação para a paz.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Após o término do restauro, ainda no primeiro semestre de 2011, uma exposição inédita reunirá os painéis Guerra e Paz aos seus mais de cem estudos preparatórios, que se encontram dispersos pelo mundo, compondo um conjunto grandioso que cumprirá itinerância nacional e internacional de real significância, até 2013.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Estamos portanto diante de uma virada de ano única, abençoada por um díptico artístico que nos lembra continuamente a missão da ONU, ou seja, assegurar que a paz suplante qualquer estado de guerra. O grito de Portinari da década de 1950 ecoa até nossos dias e nos parece cada vez mais emblemático no mundo em que vivemos. No painel Guerra o artista retrata as mulheres em estado de dor e pranto diante dos filhos perdidos, já no painel Paz, Portinari resgata o bem-estar social, as brincadeiras de criança, ou seja, o direito à vida que a ausência da Guerra enuncia. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;O Presidente Lula lembrou em recente discurso na ONU, ao se referir à obra máxima de Portinari, que a Paz pressupõe muito mais do que a ausência da Guerra, e indicou a diminuição da fome no mundo e a justiça social como pré-requisitos para esta vitória.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Não por acaso, o grito de Portinari ecoará de forma lúcida e grandiosa ao encerrar um ano em que vivemos muitos estados de guerra, próximos e dolorosos, para muito além do Morro do Alemão!&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;PROJETO GUERRA E PAZ&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;REALIZAÇÃO: PROJETO PORTINARI&lt;br /&gt;&#13;&#10;COORDENAÇÃO: EXPOMUS&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;!-- BBCode auto-link start --&gt;&lt;a href=&quot;http://www.portinari.org.br&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;www.portinari.org.br&lt;/a&gt;&lt;!-- BBCode auto-link end --&gt;&lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.expomus.com.br/artigo-blog/a-arte-enuncia-a-paz-por-maria-ignez-mantovani-franco</link>
  <title>A Arte enuncia a Paz, por Maria Ignez Mantovani Franco</title>
  <dc:date>2010-12-21T08:13:14Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.expomus.com.br/artigo-blog/de-volta-ao-brasil-portinari-monumental">
  <description>Guerra e Paz, os monumentais paineis de Candido Portinari, dooados pelo governo brasileiro para a ONU, em 1957, voltam ao Brasil para serem restaurados. O Jornal Nacional, fez uma matéria exclusiva sobre esse projeto coordenado pela Expomus e realizado pelo &lt;a href=&quot;http://www.portinari.org.br/&quot;&gt;PROJETO PORTINARI&lt;/a&gt;. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Assista clicando&lt;a href=&quot;http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2010/12/mais-famosa-obra-de-candido-portinari-volta-ao-brasil.html&quot;&gt; aqui &lt;/a&gt;</description>
  <link>http://www.expomus.com.br/artigo-blog/de-volta-ao-brasil-portinari-monumental</link>
  <title>De volta ao Brasil, Portinari monumental</title>
  <dc:date>2010-12-10T18:17:43Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.expomus.com.br/artigo-blog/de-xangai-para-o-brasil">
  <description>&lt;strong&gt;A próxima conferência Internacional do ICOM será realizada no Rio, em 2013. Confira na entrevista com Maria Ignez.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Entre os dias 7 e 22 de novembro realizou-se, em Xangai, a 22ª conferência Internacional do ICOM  Conselho Internacional de Museus.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Em torno do tema Museus e Harmonia Social, se reuniram representantes de museus do mundo inteiro. Entre grupo de brasileiros estava a  Maria Ignez Mantovani Franco que, além de diretora da Expomus, acumula duas funções ligada ao ICOM: faz parte da diretora do  ICOM Brasil e é Vice- presidente do CAMOC,  Comitê internacional para as coleções e Atividades dos Museus de Cidade, do ICOM.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;A seguir, ela nos fala sobre a Conferência e as perspectivas para a museologia brasileira, que tem para os próximos anos o desafio de organizar a conferência de 2013 que será realizada na cidade do Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;strong&gt;Quais as atribuições do ICOM?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;em&gt;MI - O ICOM é uma organização internacional, não-governamental, que foi criada em 1946, que reúne profissionais de museus de todo o mundo.  Mantém relações formais com a UNESCO, executando parte de seu programa para museus, tendo status consultivo no Conselho Econômico e Social da ONU.  É uma associação profissional sem fins lucrativos, financiada predominantemente pela contribuição de seus membros, por atividades que desenvolve e pelo patrocínio de organizações públicas e privadas. Sua sede é junto à UNESCO em Paris.  Somos mais de 27 000 membros, em 150 países que participando de atividades nacionais, regionais e internacionais tais como oficinas, publicações, programas de formação, intercâmbio, e de promoção de museus por meio do Dia Internacional de Museus comemorado anualmente em 18 de maio.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;strong&gt;Museus e Harmonia Social foi o tema central da última conferência  realizada em Xangai, qual a razão da escolha  desse tema?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;em&gt;MI - Foi o tema proposto pela China no momento da Candidatura de Xangai como cidade sede. Acho que é um tema bem chinês, que o ICOM incorporou e foi amplamente discutido por todos os museus do mundo, nestes últimos 3 anos, em especial em 2010. O grande valor do tema está em mobilizar a reflexão para a importância do papel do Museu no equilíbrio de forças sociais. No site do ICOM Brasil podem ser encontrados textos conceituais sobre o tema.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;strong&gt;Como a museologia brasileira é vista lá fora?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;em&gt;MI - A museologia brasileira é reconhecida como inovadora, mobilizadora e acima de tudo, voltada para o social. Temos conquistado nos últimos anos uma ascensão muito grande em várias instâncias internacionais, dentro do próprio ICOM. Hoje temos uma brasileira como vice-presidente do ICOM, um brasileiro no board executivo do ICOM, uma brasileira como vice-presidente do ICOM LAC e alguns membros brasileiros nos boards de alguns dos principais comitês. Nossa representação na conferência de Xangai era uma das maiores, com cerca de 40 integrantes.  A ICOM Rio 2013 ampliará este papel do Brasil e da America Latina no ICOM. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;strong&gt;Em 2013 a conferencia será realizada no Brasil, quais os desafios que os museus brasileiros tem pela frente? E qual será o tema da conferência?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;em&gt; MI -A conferencia de 2013 no RIO direcionará o olhar museal do mundo todo para o Brasil e para a America Latina. Representará também uma oportunidade única para que o Brasil e a América Latina recebam investimentos que possam se transformar no real legado da Conferência para o Brasil.   Esta é a segunda vez que o ICOM fará sua conferência na América Latina. A primeira foi em Buenos Aires, na Argentina, em 1986. Estamos prevendo uma alta representatividade dos países latino americanos na preparação da conferência, em conjunto com o Brasil, e também uma sensível articulação de visitas pré e pós conferência para serem oferecidas como roteiros turísticos de cultura para os profissionais de museus de todo o mundo.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;strong&gt;O que é o CAMOC e qual a importância da representatividade brasileira em seus quadros?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;em&gt;MI -O CAMOC é o Comitê que estuda os Museus de Cidade. É um comitê novo e inovador, que prima pela interdisciplinaridade. Estuda o grande fenômeno do século XXI: as cidades e a musealização das cidades. Ë um comitê empolgante, enriquecedor. A presença de brasileiros no CAMOC é sensível e importante. Trazemos o olhar latino americano, híbrido e contundente. Hoje eu sou a representante do CAMOC para a America Latina e um dos vice presidentes do board. Mas há outras participações importantes, como a de Tais Pimentel, de BH e do Diretor do Museu Imperial de Petrópolis, Mauricio Vicente Ferreira Junior.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;strong&gt;Em sua opinião qual foi o grande resultado da conferência realizada em Xangai&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;em&gt;MI -Foi mostrar a China ao Mundo, evidenciar a importância que os chineses dão a cultura e o quanto consideram os Museus como centro da transmissão e formação das futuras gerações.&lt;br /&gt;&#13;&#10;No âmbito do ICOM Brasil foi um momento de reflexão sobre quais as mudanças que gostaríamos de adotar para fazer da Conferência ICOM RIO 2013, uma experiência efetivamente inovadora. Contamos com a presença do IBRAM, Secretarias Municipal e Estadual de Cultura do Rio de Janeiro como fortes aliados para a representação do Brasil em Xangai e para a articulação da futura conferência no Rio. Será um desafio coletivo da área museológica preparar o Brasil para receber a comunidade internacional.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;/em&gt;</description>
  <link>http://www.expomus.com.br/artigo-blog/de-xangai-para-o-brasil</link>
  <title>De Xangai para o Brasil</title>
  <dc:date>2010-11-24T00:34:41Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.expomus.com.br/artigo-blog/eu-tu-ele-nos-vos-eles">
  <description>&lt;strong&gt;Estamos todos no Memorial do Imigrante&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Quase todos nós temos uma relação com o Memorial do Imigrante. Parte de nossas histórias está ali registrada, nos vestígios que nossos familiares ali deixaram quando chegaram ao Brasil, vindos de terras tão longínquas como diversas. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Criado em 1998, o museu instalou-se onde antes funcionou a Hospedaria dos Imigrantes, um importante espaço de recepção aos povos que chegavam ao Brasil entre os séculos XIX e XX. Estima-se que mais de 2,5 milhões de pessoas, de mais de 70 nacionalidades, por ali passaram.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;A edificação foi tombada como patrimônio em 1982 pelo CONDEPHAAT e CONPRESP e passa agora por um amplo processo de revitalização. As obras estão previstas para finalizarem em agosto de 2011 e englobam, além do restauro, a requalificação da instituição, com uma revisão museológica e museográfica. Estão previstas ainda a implantação de um auditório com 150 lugares, a readequação das áreas de reserva técnica e exposições temporárias, além da criação de novos espaços para o café e a loja do museu e outras importantes melhorias.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;A Expomus, em março deste ano, venceu uma concorrência para a elaboração do novo programa museológico do Museu e da concepção da exposição de longa duração. Desde então, nossa equipe está envolvida com esse projeto que conta a história de todos nós. &lt;br /&gt;&#13;&#10;A seguir leia a entrevista realizada com Carolina Vilas Boas, coordenadora do Núcleo de Educação e Inclusão da Expomus e que é a pessoa responsável pelas ações da Expomus no Projeto do Memorial.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;strong&gt;Carol, quais são as ações da Expomus no Projeto?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;em&gt;O nosso projeto é responsável pelo requalificação museológica e museográfica da instituição. Para isso trabalhamos de forma integrada com as equipes do Museu e da Unidade de Preservação do Patrimônio Museológico da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo na discussão do novo conceito gerador para a exposição de longa duração, que pretende abordar o deslocamento como aspecto essencial da humanidade e apresentar o acervo do museu de uma forma inédita e com vastas conexões. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;strong&gt;Quem são os parceiros envolvidos e quais as sua atribuições?&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;Para o desenvolvimento deste grandioso projeto contamos com parcerias fundamentais: o arquiteto Felipe Tassara é responsável pelo projeto expográfico e museográfico, o Estúdio BUMMUB, dos arquitetos Fernando Uehara e Marco Alves, é responsável pela criação da nova identidade da instituição e toda a comunicação visual do projeto, o Estúdio Preto e Branco pelos projetos de Tecnologia e Sonorização, bem como o desenvolvimento de um vídeo making of de todo o projeto. A Expomus tem sob o seu chapéu a coordenação geral do projeto, a pesquisa conceitual, para isso também contou com contratações externas de especialistas, além dos subsídios técnicos e museológicos para a qualificação de todas as áreas da instituição. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;strong&gt;Quais os desafios desse trabalho calcado na diversidade?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;em&gt;O trabalho interdisciplinar é sempre um desafio. Buscar o equilíbrio entre a exposição, os programas,  a sustentabilidade, vincular a exposição à cidade e, ao mesmo tempo, garantir a permanência da instituição.&lt;br /&gt;&#13;&#10;A exposição de longa duração é um marco e deve dar voz ao acervo da instituição, garantindo para isso espaços de intervenção constantes para a participação do público.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;strong&gt;Você poderia nos contar em que estágio o projeto se encontra?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;em&gt;Estamos trabalhado na finalização da pesquisa e no detalhamento do projeto executivo da exposição da exposição de longa duração e das áreas técnicas do Museu.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;strong&gt;E para fechar, qual o grande sentido desse Museu para a nossa sociedade?&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;O Memorial do Imigrante é um lugar privilegiado da cidade, por se constituir num espaço de memória reconhecido e legitimado, para ressaltar a cultura da paz e referenciar a convivência criativa e transformadora das diversas comunidades e nacionalidades que compõe a nossa cidade e nosso país, sem com isso descaracterizar ou omitir a tensão e o conflito inerentes também ao tema da imigração. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Assista o vídeo produzido pelo Programa Antena Paulista, da rede Globo &lt;a href=&quot;http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1366309-7823-EXPOSICAO+E+MONTADA+AO+REDOR+DO+MEMORIAL+DO+IMIGRANTE,00.html&quot;&gt;(aqui)&lt;/a&gt;, sobre o Memorial.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;strong&gt;Serviço:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;O Memorial do Imigrante é uma instituição do Governo de São Paulo e membro fundador da Rede Internacional de Museus de Migração da UNESCO, Rede Brasileira de Centros de Estudos das Migrações e IOM (International Organization for Migration). &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;O Museu é responsável pela preservação, estudo e divulgação de importante acervo histórico referente à imigração no Estado de São Paulo nos últimos 120 anos e está aberto para pesquisas.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Durante o restauro, a pesquisa aos Livros de Registro de Imigrantes da Hospedaria e a emissão de certidões e declarações, será mantido pela Internet (www.memorialdoimigrante.org.br) ou pelo telefone (11- 2692-1866 ramal 224). Para quem quiser consultar pessoalmente os Livros de Registro de Imigrantes que passaram pela Hospedaria e dados sobre a imigração, dois totens de pesquisa foram instalados na Subprefeitura da Mooca (rua Taquari, 549), com atendimento ao público de 2ª a 6ª feira, das 13h às 18h. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Para saber mais acesse: &lt;a href=&quot;http://www.memorialdoimigrande.org.br &quot;&gt;www.memorialdoimigrande.org.br &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.expomus.com.br/artigo-blog/eu-tu-ele-nos-vos-eles</link>
  <title>Eu, tu, ele, nós, vós, eles</title>
  <dc:date>2010-11-12T21:47:42Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.expomus.com.br/artigo-blog/novos-curadores-ja-tem-projeto-vencedor-confira">
  <description>O programa Novos Curadores  apresentou na última semana o projeto vencedor dessa etapa do Programa. &lt;br /&gt;&#13;&#10;Idealizado pelo curador &lt;a href=&quot;http://www.novoscuradores.com.br/sala/748600&quot;&gt;Renan Araujo &lt;/a&gt;de Ribeirão Preto, interior de São Paulo, o projeto vencedor foi o 748.600 que tem  como tema as práticas econômicas nas obras de artistas contemporâneos. O projeto teve orientação da curadora Cristiana Tejo e vai ser exibido no Paço das Artes, em São Paulo, em janeiro de 2011. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;A seleção foi realizada por uma Comissão Julgadora formada por quatro integrantes: os três curadores que participaram do Programa, Cauê Alves, Cristiana Tejo e Franz Manata, e um curador convidado, Tadeu Chiarelli. Além dos votos da comissão, o voto popular, efetuado pelo site do programa entre 20 e 24 de outubro de 2010, consistiu no quinto voto.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Foram computados 1272 votos, sendo que a exposição Fiçções, da curadora carioca Daniela Name, foi a preferida do público, com 45% dos votos. Os outros curadores tiveram a seguinte pontuação: Fernanda Lopes (&quot;Telas contemporâneas&quot;) e Paula Borghi (&quot;Encruzilhada&quot;) com 17%, Eduardo Bayer (&quot;Arte enquanto&quot;) com 11%, Renan Araújo (748.600) com 7% e Érica Rodrigues (&quot;Thx 4 the add!&quot;) com 3%. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;A partir de agora, o público poderá acompanhar todo o processo de produção, realização e montagem da mostra 748.600 pelo site, assim como continuar visitando as mostras que participaram dessa primeira edição do projeto.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;O site continua fornecendo informações sobre o que acontece no meio da arte contemporânea brasileira e internacional, promovendo enquetes e debates via blog, twitter e facebook.&lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.expomus.com.br/artigo-blog/novos-curadores-ja-tem-projeto-vencedor-confira</link>
  <title>Novos curadores já tem projeto vencedor, confira!</title>
  <dc:date>2010-11-01T16:37:48Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.expomus.com.br/artigo-blog/novos-curadores-na-reta-final">
  <description>O &lt;a href=&quot;http://www.novoscuradores.com.br&quot;&gt;Programa Novos Curadores&lt;/a&gt; entrou na fase final. Desde o dia 20 de outubro, o site está aberto para que o público escolha seu projeto de exposição favorito. A votação finaliza no próximo domingo, 24 de outubro. Seis curadores participam do programa. O resultado do projeto selecionado será divulgado no site do programa no dia 27 de outubro de 2010. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Desde 24 de agosto de 2010, com o lançamento do site, o público pode acompanhar o processo de escolha dos artistas ou direcionamento que cada curador teve no seu projeto, amplamente explorado em seus blogs. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;A seleção está a cargo de uma Comissão Julgadora, composta pelos três curadores que orientaram os participantes e por um profissional convidado, com notório conhecimento na área, Tadeu Chiarelli  curador, professor titular da Escola de Comunicação e Artes e diretor do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo - USP. Os integrantes da Comissão Julgadora desta edição do programa são: Cauê Alves, Cristiana Tejo e Franz Manata. Cada integrante tem direito a um voto. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Os votos do público serão apurados e corresponderão também a um voto, totalizando cinco votos. O projeto mais votado será exposto no Paço das Artes, em 2011. Em caso de empate, o desempate caberá ao profissional convidado. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Curadores participantes e seus projetos: &lt;br /&gt;&#13;&#10;Daniela Name - &apos;Ficções&apos;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Eduardo Bayer - &apos;Arte Enquanto&apos; &lt;br /&gt;&#13;&#10;Érica Rodrigues - &apos;Thx 4 the add!&apos;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Fernanda Lopes - &apos;Telas contemporâneas&apos;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Paula Borghi - &apos;Encruzilhada&apos;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Renan Araujo - &apos;748.600&apos;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Acesse o site e participe você também desse projeto inédito.&lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.expomus.com.br/artigo-blog/novos-curadores-na-reta-final</link>
  <title>Novos Curadores na reta final!</title>
  <dc:date>2010-10-22T22:27:54Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.expomus.com.br/artigo-blog/vamos-celebrar-cosme-e-damiao">
  <description>Ludmilla Pomerantzeff tem mais de 1200 peças de Cosme e Damião, os santos gêmeos,  coletadas ao longo de anos de viagens pelo interior do Brasil.  Uma parcela desta vasta coleção poderá ser vista na exposição   &lt;strong&gt;Cosme e Damião: a arte popular de celebrar os gêmeos&lt;/strong&gt;, que será apresentada no Museu  Carlos Museu Costa Pinto,  em Salvador, a partir de 27 de setembro, dia  consagrado aos santinhos. &lt;br /&gt;&#13;&#10;A mostra  organizada pelo Museu Carlos Costa e Pinto e pela Expomus  tem curadoria de Maria Lucia Montes,   apoio do Ministério da Cultura, por intermédio da Lei Roaunet e o patrocínio do Banco Safra. &lt;br /&gt;&#13;&#10;No dia 27 quando a exposição for inaugurada os terreiros de candomblé e umbanda da Bahia e de todo o Brasil, também celebrarão São Cosme e Damião, nas  figuras dos Ibeji e dos Erês na festa dos meninos, com direito a muitos doces e balas e ao tradicional caruru, presente não só naqueles espaços sagrados como em muitas casas de família, independente se sua condição econômica e social. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;É para esta sobreposição e, finalmente, fusão de celebrações que a exposição chama atenção, para mostrar a verdadeira originalidade da coleção exposta, que só mesmo no Brasil poderia ser encontrada. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Serviço&lt;br /&gt;&#13;&#10;Exposição de 29 de setembro de 2010 a 30 de janeiro de 2011 &lt;br /&gt;&#13;&#10;Museu Carlos Costa Pinto&lt;br /&gt;&#13;&#10;Av. Sete de Setembro, 2490&lt;br /&gt;&#13;&#10;Corredor da Vitória&lt;br /&gt;&#13;&#10;Salvador, Bahia&lt;br /&gt;&#13;&#10;Segunda a sábado, 14h30 às 19h (exceto terça-feira)&lt;br /&gt;&#13;&#10;Ingressos: R$ 5,00 (inteira) e R$ 3,00 (meia).&lt;br /&gt;&#13;&#10;Membros do ICOM e Grupos agendados de escolas públicas - entrada franca.&lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.expomus.com.br/artigo-blog/vamos-celebrar-cosme-e-damiao</link>
  <title>Vamos celebrar Cosme e Damião!</title>
  <dc:date>2010-9-23T16:27:30Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.expomus.com.br/artigo-blog/pioneiros-empreendedores-no-museu-historico-nacional">
  <description>A exposição Pioneiros &amp; Empreendedores: A Saga do Desenvolvimento no Brasil que será inaugurada no Museu Histórico Nacional, no Rio, no próximo dia 29 de setembro  é resultado de mais de dez anos de pesquisas realizadas na Universidade de São Paulo, sob a coordenação de Jacques Marcovitch, referentes aos empreendedores que foram pioneiros em diferentes campos profissionais e influenciaram de forma decisiva a história do Brasil. &lt;br /&gt;&#13;&#10;A pesquisa, inicialmente publicada em uma trilogia, aborda a trajetória de 24 empresários, cujo legado é perceptível nos dias de hoje, apontando para uma pedagogia empreendedora, que articula trabalho, percepção de contexto, busca de inovação e aventura.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Em seu primeiro volume essa trilogia privilegiou as biografias dos Prado, Nami Jafet, Francisco Matarazzo, Ramos de Azevedo, Jorge Street, Roberto Simonsen, Julio Mesquita e Leon Feffer, evidenciando a expressão paulista nas questões de desenvolvimento do país. Já no segundo volume, esse recorte se amplia também para outras regiões brasileiras, a partir das histórias de vida de Mauá, Luiz de Queiroz, Attilio Fontana, Valentim dos Santos Diniz, Guilherme Guinle, Lafer-Klabin, José Ermírio de Moraes e Gerdau-Johannpeter. O terceiro volume apresenta as trajetórias dos Lundgren, Luiz Tarquínio, Bernardo Mascarenhas, Delmiro Gouveia, Roberto Marinho, Augusto Trajano de Azevedo Antunes, Samuel Benchimol e Edson Queiroz, confirmando que o pioneirismo empresarial no Brasil não se restringiu a limites regionais. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Na exposição que será apresentada no Museu Histórico Nacional  ao estudos e publicações juntaram-se outras inquietações, vinculadas à problematização sobre a preservação das memórias desse significativo legado patrimonial brasileiro. A partir dessas inspirações, foi realizada uma busca pelos vestígios desses empreendimentos em instituições preservacionistas públicas e privadas, verificou-se se as empresas herdeiras valorizam essas memórias e, especialmente, procurou-se contextualizar no presente as lições do pioneirismo com o objetivo de projetá-las para o futuro. Esse processo deu origem ao projeto expositivo que agora apresentamos e  cujo roteiro se consolida em um percurso de argumentações sobre os pioneiros e suas trajetórias. Um projeto educativo orientado à valorização da pedagogia empreendedora, organizado por meio de distintas metodologias, complementa e amplia os enfoques temáticos da exposição. &lt;br /&gt;&#13;&#10;Implementada pela Expomus, a exposição é uma realização da Universidade de São   Paulo e conta com o patrocínio da Nestlé, das Pernambucanas, da Fogas , Bemol e Standard &amp; Poors. Tem, ainda,  o apoio institucional do Museu Histórico Nacional, do IBRAM  Instituto Brasileiro de Museus, do Instituto Gênesis da PUC-Rio, da Fundação Roberto Marinho, da Suzano e da Lei de Incentivo a Cultura  Lei Rouanet.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;em&gt;Serviço:&lt;br /&gt;&#13;&#10;Pioneiros &amp; Empreendedores: a Saga do Desenvolvimento no Brasil&lt;br /&gt;&#13;&#10;De 29 de setembro a 28 de novembro de 2010&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;a href=&quot;http://www.museuhistoriconacional.com.br&quot;&gt;Museu Histórico Nacional&lt;/a&gt;  Praça Marechal âncora, s/n  Centro, RJ  021 2550-9220&lt;br /&gt;&#13;&#10;De terça a sexta feira, das 10 horas às 17h30 horas. Sábados, domingos e feriados, das 14h às 18 horas.&lt;/em&gt;</description>
  <link>http://www.expomus.com.br/artigo-blog/pioneiros-empreendedores-no-museu-historico-nacional</link>
  <title>Pioneiros &amp; Empreendedores no Museu Histórico Nacional</title>
  <dc:date>2010-9-22T11:19:37Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.expomus.com.br/artigo-blog/tao-longe-tao-perto-concorre-ao-premio-aberje-2010">
  <description>A exposição que celebrou os 10 anos da Fundação Telefonica no Brasil, é  um dos cases finalistas do prêmio Aberje 2010, na categoria responsabilidade histórica e memória empresarial.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Realizada em Brasília e São Paulo, a exposição foi concebida e desenvolvida pela Expomus e contou com o envolvimento de vários profissionais.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;O prêmio Aberje, está em sua 36ª. edição e é um importante reconhecimento da área de comunicação empresarial  que  busca  premiar ações que refletem a perspectiva e a visão estratégica que a comunicação organizacional deve ter.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;No próximo dia 03 de setembro acontecerá em São Paulo a audiência pública para a apresentação do case. &lt;br /&gt;&#13;&#10;Vamos torcer pela vitória dessa fantástica exposição que contou de forma surpreendente a história das telecomunicações.  &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Para saber mais sobre Tão Longe Tão perto, &lt;a href=&quot;http://www.expomus.com.br/projeto/tao-longe-tao-perto&quot;&gt;clique aqui&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Para saber mais sobre o Prêmio Aberje e os demais finalistas, &lt;a href=&quot;http://www.premioaberje.com.br/default.asp&quot;&gt;clique aqui&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.expomus.com.br/artigo-blog/tao-longe-tao-perto-concorre-ao-premio-aberje-2010</link>
  <title>Tão Longe, Tão Perto concorre ao prêmio Aberje 2010</title>
  <dc:date>2010-8-29T23:12:18Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.expomus.com.br/artigo-blog/arte-contemporanea-em-debate">
  <description>O &lt;strong&gt;Colóquio Internacional de Arte Contemporânea e Museus: transversalidades poéticas e políticas &lt;/strong&gt;começou ontem e vai até o dia 27 de agosto no Santander Cultural Porto Alegre. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Realizado pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC), a Fundação Nacional das Artes (Funarte/MinC) e o Programa Ibermuseus, com o apoio do Santander Cultural e da Secretaria de Cultura do Estado do Rio Grande do Sul, o encontro temo como objetivos o fomento às ações de pesquisa e documentação que levem ao aprofundamento do discurso crítico e reflexivo sobre a formação de acervos de arte contemporânea e das ações relacionadas às artes visuais. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Abarcar o amplo leque de meios e mídias, bem como novas conexões e formas de cooperação entre museus, artistas, pesquisadores, críticos, produtores, gestores culturais e públicos. Promover o patrimônio artístico, que articula passado, presente e futuro, também são metas que o colóquio pretende alcançar.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Nossa diretora &lt;strong&gt;Maria Ignez Mantovani Franco&lt;/strong&gt;, participa dos debates na programação que acontece hoje as 14 horas. Arte e mercado: galerias, museus, coleções e baratos afins, contará com a participação da Maria Ignez,  do Milton Machado, artista plástico e doutor em Artes Visuais pelo Goldsmiths College, University of London e como o artista visual Alex Topini. A mediação será conduzida por Ricardo Resende.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Mais informações sobre o evento no site do&lt;a href=&quot;http://www1.museus.gov.br/ &quot;&gt; IBRAM&lt;/a&gt;:  </description>
  <link>http://www.expomus.com.br/artigo-blog/arte-contemporanea-em-debate</link>
  <title>Arte Contemporânea em debate</title>
  <dc:date>2010-8-25T09:53:17Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.expomus.com.br/artigo-blog/museu-o-dialogo-entre-a-arte-e-a-ciencia">
  <description>Por Maria Ignez Mantovani Franco&lt;br /&gt;&#13;&#10;artigo produzido para a Aberje, agosto de 2010&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;em&gt;                 Leonardo di ser Piero da Vinci (14521519) foi um polímata italiano, uma das figuras mais importantes do Alto Renascimento, que se destacou como cientista, matemático, engenheiro, inventor, anatomista, pintor, escultor, arquiteto, botânico, poeta e músico. Leonardo frequentemente foi descrito como o arquétipo do homem do Renascimento, alguém cuja curiosidade insaciável era igualada apenas pela sua capacidade de invenção. É considerado um dos maiores pintores de todos os tempos, e como possivelmente a pessoa dotada de talentos mais diversos a ter vivido.1&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Há algum tempo o Museu deixou de ser considerado um templo do passado ou mesmo um repositório de antiguidades. Ao contrário, é hoje tido como um poderoso indicador de usos e costumes, de tendências, de prospecções sobre o futuro.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Mais recentemente, descobriu-se também que o Museu não é apenas um arsenal de obras similares, iguais, ou tipologicamente afins. Agora somos obrigados a reconhecer os tênues limites entre a arte e a ciência, entre o erudito e o popular, entre o design e a arquitetura, entre a história e a antropologia, entre a psicanálise e a vida. Todos os talentos, as dúvidas e as referências convivem hoje no mundo complexo dos museus. Aliás, é o que lhes dá cada vez mais graça, vitalidade, e o que desperta o interesse de milhões de visitantes em todo o mundo.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Da Vinci nos ensinou, já no século XVI, que bastava inventar para criar tensão entre a arte e a ciência&amp;#059; Dona Izabel, artista mineira, embaralha o olhar alheio entre o erudito e o popular&amp;#059; os irmãos Campana surpreenderam o MoMA, de Nova York, criando obras no limite entre a arte e o design&amp;#059; Ana Tavares concebe escadas que não sobem e com elas confunde os nossos nexos&amp;#059; Regina Silveira nos traz o poder das pragas como involuntário anúncio de pandemia&amp;#059; Tunga pode provocar arritmia em marca-passos, com o pulsar de toneladas de ímãs em instalações colossais, coradas pelo cobre.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Muitas vezes nos perguntamos o sentido de expor todas estas maluquices. Serão elas capazes de instigar, de encantar, de sensibilizar, de desestabilizar, de surpreender o visitante? O que pretendem dizer? Ou o que querem ouvir?&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;A obra de arte, e as relações estéticas estabelecidas entre elas, têm o poder de provocar um descolamento entre o homem e seu cotidiano, entre o presente e o futuro, entre o ontem e o amanhã. Redefinem novas possibilidades de nos relacionar com as pessoas, de conviver harmonicamente com o meio ambiente, enfim, de tentar melhor compreender e até mesmo recriar o mundo que nos cerca.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Para garantir este estado latente e instigante em que a arte e a ciência não só convivem, mas se mesclam e até mesmo se contrapõem, basta que possamos continuar a contar com os museus como territórios da inovação, do experimento e do conhecimento.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Quando vemos as corporações mundiais em busca de experiências de formação que possam capacitar seus líderes a buscar soluções inovadoras, a decidir com rapidez, a compartilhar conhecimento, a construir parcerias, a serem competentes em negociação, a serem sensíveis a novos mercados, a experimentar novos rumos, a terem a capacidade de ousar, vemos que os experimentos de arte e a ciência certamente terão muito a lhes ensinar. Talvez seja suficiente lhes possibilitar o acesso aos museus, para que a arte e a ciência fluam, enquanto plataformas orgânicas, sensíveis e insondáveis do amanhã.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;1-   LEONARDO da Vinci. Wikipedia. Disponível em</description>
  <link>http://www.expomus.com.br/artigo-blog/museu-o-dialogo-entre-a-arte-e-a-ciencia</link>
  <title>Museu: o diálogo entre a arte e a ciência</title>
  <dc:date>2010-8-18T14:24:02Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.expomus.com.br/artigo-blog/copa-do-mundo-olimpiadas-e-museus-uma-conexao-e-tanto">
  <description>Desde abril de 2010,  um artigo fresquinho é produzido pela Maria Ignez e destinado a &lt;a href=&quot;http://www.aberje.com.br&quot;&gt;ABERJE&lt;/a&gt;  a Associação Brasileira de Comunicação Empresarial. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Espaço aberto para o debate, a &lt;strong&gt;Coluna Aberje &lt;/strong&gt;fomenta questões que permeiam o mundo da comunicação corporativa  a Cultura é uma delas.&lt;br /&gt;&#13;&#10;No mês de julho, a Maria Ignez nos brindou com um tema bem quente, o papel que cultura e os museus vão desempenhar  nos eventos esportivos que estão em nosso cronograma, como a Copa de  2014 e as Olimpíadas 2016. Confira mais esse artigo:&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;strong&gt;Museus a Bola da Vez&lt;/strong&gt;. Por Maria Ignez Mantovani Franco, especial para a ABERJE&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Mal nos recuperamos da derrota da Copa da África do Sul e já sentimos o peso da responsabilidade enquanto país organizador da Copa de 2014. Um cenário crescente de potencialidades e responsabilidades se avizinha, e o Brasil é agora o foco das atenções internacionais. É sabido que os grandes eventos esportivos atrairão oportunidades, realizações, investimentos, inovação, capacitação crescente e, acima de tudo, legados importantes para as cidades brasileiras e para o próprio país, que terá de se haver com a recuperação de uma defasagem já histórica na área de transportes, infraestrutura e serviços em geral.&lt;br /&gt;&#13;&#10;É interessante observar que o Brasil começou a desenhar a sua nova face de competência para realizar a Copa do Mundo e as Olimpíadas não somente desenvolvendo masterplans para a criação ou reforma dos estádios em diferentes cidades, mas sobretudo planejando aspectos de desenvolvimento urbano, fomento ao turismo, estratégias de sustentabilidade, criação de centros de recuperação e saúde de excelência, programas para a capacitação de nossos atletas, entre outros. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Para muito além disso, paira a preocupação de que a infraestrutura desenvolvida para os megaeventos internacionais não se transforme em esqueletos vazios no pós-Olimpíada. Espera-se que para os investimentos se efetuarem seja levada em conta a capacidade que tais equipamentos terão de se metamorfosear futuramente em bens capazes de acolher atividades de lazer, cultura e educação, ou seja, benefícios duráveis para a sociedade brasileira. Para tanto, os governos têm-se acautelado, buscando não desembolsar a fundo perdido vultuosas quantias, e têm optado pelo modelo híbrido das PPP  parcerias público-privadas  que permitem desembolsar menos e dividir responsabilidades, ou seja, equilibrar ônus e bônus.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Neste cenário virtuoso, que precisa ser construído com determinação e competência, os valores culturais se transformam em estrelas de real grandeza. Nossa música, nossa dança, nossa arte, nossa história, nossas tradições, nosso samba, nossa bossa-nova, nosso carnaval, nosso forró, nosso cinema, nosso teatro, a televisão brasileira, ou seja, tudo o que reluz e faz referência ao que somos e ao que pretendemos ser se transformará em moeda eficaz no jogo de cena que se avizinha.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Não é por acaso que os investimentos em cultura têm-se multiplicado nos últimos dois anos. Hoje não cabe ao BNDES apenas a tarefa de financiar estádios e infraestrutura, mas também, por exemplo, patrocinar a esplendorosa restauração do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, recém-concluída&amp;#059; a Prefeitura do Rio, antes mesmo de lançar o plano geral de recuperação da região portuária, já adiantou que fará investimentos da ordem de mais de duzentos milhões em Museus  Museu do Amanhã e Museu de Arte do Rio de Janeiro - MAR  a serem instalados no cais do porto, que deverá ser integralmente requalificado na próxima década&amp;#059; as cidades brasileiras já apensam a seus novos estádios, a serem repaginados para a Copa, projetos de novos Museus e memoriais vocacionados a celebrar o passado, registrar o presente e intuir o futuro.  &lt;br /&gt;&#13;&#10;Vemos hoje, portanto, que o Museu não é mais a configuração do passado, mas a linguagem do futuro&amp;#059; não é mais o espaço do culto saudosista ao atleta que já se foi, mas principalmente o eixo de articulação entre o esporte e a sociedade brasileira, em sintonia com as potencialidades globais. Este novo Museu que dialoga com o seu tempo é aquele que não mais se congela entre lembranças e guardados, mas sim experimenta as redes sociais de forma propositiva e colaborativa. Afinal, como diz Paulo Nassar, &quot;reputação é memória&quot; . &lt;br /&gt;&#13;&#10;Nesta década de aceleradas mutações, o Museu poderá ser, sem dúvida, o instrumento de potencialização da sociedade brasileira para reforçar aspectos sensíveis de pertencimento, de autoestima e crença na capacidade de realizar tais sonhos grandiosos&amp;#059; poderá se transformar ainda na interface que evidenciará ao turista visitante o poder desta nação jovem, híbrida e pulsante, capaz de redesenhar não só a Copa do Mundo e as Olimpíadas, mas também contribuir, engenhosamente, para um futuro mais equilibrado.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.expomus.com.br/artigo-blog/copa-do-mundo-olimpiadas-e-museus-uma-conexao-e-tanto</link>
  <title>Copa do Mundo, Olimpíadas e Museus uma conexão e tanto</title>
  <dc:date>2010-7-27T13:53:59Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.expomus.com.br/artigo-blog/4-forum-nacional-de-museus">
  <description>Com o fim do período de inscrições pela internet, quem quiser participar do 4º Fórum Nacional de Museus poderá se inscrever durante o encontro. Ao se credenciar, os participantes deverão doar 4kg de alimentos não perecíveis (estudantes 2Kg).&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;O 4º Fórum Nacional de Museus será realizado no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília-DF, no período de 12 a 17 de julho de 2010. O tema desta edição será Direito à Memória, Direito a Museus, que tem relevância para o campo museal contemporâneo e sinaliza para a importância de se pensar o museu como conector cultural de espaços e tempos diversos. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Espaço radical de troca de experiências, o 4ºFNM vai reunir profissionais do setor, museólogos, historiadores, antropólogos, artistas, arqueólogos, professores, sociólogos, educadores, secretários de cultura, agentes culturais, estudantes, representantes internacionais da área de museus e demais interessados no assunto.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;A Expomus estará presente no evento com um stand para sanar dúvidas e expor seus serviços, catálogos e materiais educativos, além de apresentar o inédito &lt;em&gt;Caderno de Acessibilidade. Reflexões e Experiência em Museus e Exposições&lt;/em&gt;  que trabalha a acessibilidade dos espaços museológicos. Participam desta edição o Museu Casa de Portinari, o Museu de Arte de Santa Catarina, o Museu do Futebol e um grupo de pesquisadoras da UERJ do Rio de Janeiro que trabalhou no diagnóstico de acessibilidade dos museus federais.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Leia mais sobre o &lt;a href=&quot;http://www.museus.gov.br&quot;&gt;4º Fórum Nacional de Museus&lt;/a&gt;  &lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.expomus.com.br/artigo-blog/4-forum-nacional-de-museus</link>
  <title>4º Fórum Nacional de Museus</title>
  <dc:date>2010-7-05T11:57:27Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.expomus.com.br/artigo-blog/ii-encontro-de-museus-paulistas">
  <description>Em São Paulo, no  Memória da América Latina, acontece o&lt;a href=&quot;http://www.metodoeventos.com.br/encontrodemuseus/evento.htm&quot;&gt; II Encontro Paulista de Museus&lt;/a&gt;. Com o tema &lt;strong&gt;Ser Diferente, Fazer a Diferença&lt;/strong&gt;, o encontro reúne especialistas para debater pontos relevantes na museologia  contemporânea. O evento engloba ainda, apresentações referentes aos principais temas de museologia&amp;#059;  encontro de Prefeitos e Secretários Municipais da Cultura em São Paulo, com o tema: A cultura e os museus como estratégia de desenvolvimento social e econômico dos municípios&amp;#059; visita técnica aos museus: Língua Portuguesa, Pinacoteca do Estado, MASP, Museu do Futebol, Museu Afro Brasil&amp;#059; mostra de resultados dos museus paulistas e exposição de fornecedores de soluções e serviços para museus.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10; A Expomus participa do evento com um stand com resultados de nossa trajetória na área, que neste ano de 2010 completa de 29 anos. A Museologia é a espinha dorsal de nossa atuação que pode também ser conferida nos relatos das experiências apresentadas ao logo do Encontro, já que a Expomus atuou em alguns dos projetos que estão sendo apresentados pelos Museus. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;O Encontro pode ser acompanhado no site do Fórum Permantente.  &lt;!-- BBCode auto-link start --&gt;&lt;a href=&quot;http://www.forumpermanente.org/.referencias/img_aux/homepage/encontropaulistademuseus.PNG/view&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.forumpermanente.org/.referencias/img_aux/homepage/encontropaulistademuseus.PNG/view&lt;/a&gt;&lt;!-- BBCode auto-link end --&gt;&lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.expomus.com.br/artigo-blog/ii-encontro-de-museus-paulistas</link>
  <title>II Encontro de Museus Paulistas</title>
  <dc:date>2010-6-23T08:19:57Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.expomus.com.br/artigo-blog/a-copa-do-mundo-esta-em-todo-lugar">
  <description>O futebol é maestro na mobilização de multidões e essa dinâmica se alarga a cada Copa do Mundo. Em todos os cantos, o evento do esporte que mais mobiliza o nosso país está presente e incita debates e aproxima gerações. Em Campinas, para essa Copa de 2010, a Prefeitura organizou, no Centro de Convivência Cultural Carlos Gomes, no Cambuí, várias ações para reunir a população em torno do campeonato. A Arena Brasil Campinas na Copa foi organizada pela Associação Casa Azul, liderada pelo arquiteto Mauro Munhoz.&lt;br /&gt;&#13;&#10; &lt;br /&gt;&#13;&#10;Entre as ações da Arena, destaca-se a exposição Campinas na Trilha das Copas, que teve a coordenação de conteúdo realizada pela Expomus. A exposição conta a história das copas do mundo desde a primeira edição, realizada em 1938 no Uruguai, passa pelos momentos marcantes de cada edição, pelas conquistas da seleção brasileira e pelo cenário social, cultural e político de cada uma das 18 edições do campeonato mundial. Para celebrar Campinas, foram construídos uma linha do tempo e um vídeo com os jogadores campineiros que participaram da seleção brasileira, produzido pelo Estúdio Preto e Branco, reafirmando o papel histórico de Campinas na formação de bons jogadores. Segundo o jogador Careca, que participou dos campeonatos de 1986 e 1990, &quot;a exposição deveria tornar-se permanente e ampliar-se para contar não somente a história do futebol brasileiro, mas também a história de todas as nossas modalidades esportivas&quot;.&lt;br /&gt;&#13;&#10; &lt;br /&gt;&#13;&#10;A exposição foi inaugurada dia 8 de junho e contou com a presença do Prefeito de Campinas, de seu secretariado e de vários jogadores que nasceram na região e que tiveram a oportunidade de jogar pela nossa seleção, entre eles Polozzi e Amaral, que participaram da Copa de 1978, Renato, que participou da Copa de 1982, além do próprio Careca.&lt;br /&gt;&#13;&#10; &lt;br /&gt;&#13;&#10;Serviço: A exposição Campinas na Trilha das Copas fica em cartaz até 13 de julho, das 8h às 21h. A entrada é gratuita. O Centro de Convivência Cultural Carlos Gomes fica na Praça Imprensa Fluminense, s/nº, no Cambuí. Campinas</description>
  <link>http://www.expomus.com.br/artigo-blog/a-copa-do-mundo-esta-em-todo-lugar</link>
  <title>A Copa do Mundo está em todo lugar</title>
  <dc:date>2010-6-10T11:45:48Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.expomus.com.br/artigo-blog/o-mundo-corporativo-sob-os-novos-signos-da-arte">
  <description>Por Maria Ignez Mantovani Franco&lt;br /&gt;&#13;&#10;(este artigo foi publicado inicialmente no site da&lt;a href=&quot;http://www.aberje.com.br&quot;&gt; Aberje - &lt;/a&gt;Associação Brasileira de Comunicação Empresarial)&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;A recente edição da &lt;a href=&quot;http://www.sp-arte.com&quot;&gt;SP-Arte&lt;/a&gt;, a maior feira de arte da América Latina, que acaba de se encerrar no pavilhão da Fundação Bienal de São Paulo, traz à cena artística brasileira e latino-americana um saldo surpreendente, tendo batido, em sua sexta edição, todos os recordes de venda anteriores. Criada nos moldes das grandes feiras internacionais de arte, como a Art Basel (Suíça), Frieze (Inglaterra), Arco (Espanha), FIAC (França), MACO (México) e ArteBa (Argentina), a SP-ARTE reuniu mais de 1.500 obras de renomados artistas nacionais e internacionais, representados por galerias do Brasil e dos países convidados, tais como Estados Unidos, Espanha, França, Inglaterra, México, Uruguai e Argentina. Durante o curto período de realização da feira, os jornais estamparam não apenas que tudo foi vendido, mas incluíram também o refil trazido às pressas pelas galerias, que foi igualmente consumido pelos ávidos compradores. Negócios foram fechados pessoalmente e a distância, aos borbotões e, mesmo assim, alguns galeristas saíram da feira com listas de pedidos que serão repassados prontamente aos artistas, já que parece haver compradores para além do que foi exposto.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Na abertura da feira, o burburinho de artistas, críticos de arte, curadores, colecionadores e interessados em arte acentuava o clima de euforia que se observava pelos corredores do Pavilhão da Bienal. O motivo para tal euforia é claro: o volume de negócios fechado, já no primeiro dia, era absolutamente inusitado. Mais do que um grande momento do mercado de arte brasileiro, evidencia-se também a força econômica do Brasil, enquanto país emergente no cenário global e, de novo, consolida-se a equação de que a arte é um sofisticado termômetro das relações estéticas, econômicas e, também, humanas e sociais. Para além do bom investimento financeiro, encontram-se talvez as reais razões da aquisição da obra de arte: o conhecimento, o gosto, o desejo de posse, a paixão.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;A presença marcante de um dos bancos de primeira linha do Brasil, com um stand estrategicamente situado no coração da feira, evidencia muito mais do que o patrocínio  sinaliza que os negócios ali fechados são de interesse das grandes fortunas do país. O colecionismo no Brasil já há muito deixou de ser assunto exclusivo de amantes da arte, para se tornar uma das linhas de investimento recomendadas, tanto para pessoas físicas, como para as jurídicas. As coleções privadas passaram não só a representar importante parte do investimento pessoal, como têm potencial de representar inegável prestígio pessoal e relevante alavanca social para a geração de novos negócios.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Já na esfera corporativa, podem-se destacar várias oportunidades de negócios que a arte pode suscitar, em gestos sinérgicos e precisos. De um lado, ampliam-se os produtos a serem oferecidos pelas corporações aos clientes de grande fortuna que investem em arte, caracterizando esta natureza de ação como um grande diferencial perante a concorrência. Serviços de assessoria para aquisição de obras, catalogação, informatização e avaliação de coleções, efetivação de seguro especializado e até mesmo orientação quanto a novos investimentos e a caminhos sucessórios são hoje estratégias sensíveis para mobilizar clientes preferenciais. Como diria um alto executivo, não se pode mais pensar em dar uma Mont Blanc a um grande colecionador, pois isto não é de forma alguma seu objeto de desejo&amp;#059; no entanto, auxiliá-lo a organizar sua coleção pode ser um diferencial sensível e significativo, capaz de fidelizá-lo à sua marca. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Por outro lado, também uma corporação interessa-se hoje por conhecer e investir em arte, para que sua marca comunique inovação, estilo e, mais do que isto, esteja sintonizada com este novo perfil de cliente que despende tempo e dinheiro para reconhecer, selecionar, adquirir, manter e curtir sua coleção de arte. Aí estão as coleções de arte pertencentes aos grandes bancos brasileiros, hoje geridas profissionalmente, expostas com rigor e requintes temáticos nas suas sedes corporativas, a nos mostrar como estas linguagens são prioritárias no diálogo com o cliente diferenciado. Mais recentemente, os conhecimentos relativos à arte brasileira e internacional têm sido incorporados ao discurso dos principais executivos do mercado, que recebem hoje apurada capacitação em história da arte e do colecionismo, além de conhecimentos em torno do perfil do colecionador, seus gostos, estratégias de fidelização e credibilidade, para que se relacionem com competência e apuro com este sofisticado perfil de cliente.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Durante muitos anos, acreditou-se que o desejo de colecionar objetos estaria vinculado ao desejo humano de compreender o passado distante&amp;#059; o crescente interesse dos colecionadores pela arte contemporânea e por suas distintas linguagens, talvez venham a enunciar o desejo pessoal e coletivo de prospectar o futuro. As sucessivas tentativas de compreender o mundo da arte, enquanto uma das mais instigantes facetas de entendimento da própria condição humana, poderá trazer às corporações um novo diálogo sensível com seus clientes, capaz de indicar novos direcionamentos para o futuro.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Para saber mais sobre a SP  ARTE consulte: </description>
  <link>http://www.expomus.com.br/artigo-blog/o-mundo-corporativo-sob-os-novos-signos-da-arte</link>
  <title>O mundo corporativo sob os novos signos da arte.</title>
  <dc:date>2010-5-24T14:13:04Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.expomus.com.br/artigo-blog/nos-bastidores-de-tao-perto-e-tao-longe">
  <description>&lt;strong&gt;Daniela Coelho é uma das coordenadoras de projetos expositivos da Expomus, ela liderou a equipe que trabalhou na exposição Tão Perto e Tão Longe, em cartaz na FAAP, em São Paulo. Aqui ela nos conta um pouquinho como foi a sua experiência nesse trabalho. Confira!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&quot;&lt;em&gt;Lembro bem do dia em que Alessandra Rosso, coordenadora do núcleo de acervos da Expomus,  e eu fomos chamadas para visitar o Acervo do Núcleo de Memória Telefônica/NMT, pertencente à Fundação Telefônica/FT. Era julho de 2007. Quem nos recebeu foi Andréa Buoro, então gerente de projetos da Fundação. Nos deparamos com um acervo curioso, composto por telefones antigos, centrais, mesas operadoras, documentos, etc... e com um grande desafio: montar um projeto de exposição para celebrar o aniversário dos 10 anos da FT no Brasil, dando destaque a essa coleção que há tempos não era exposta. A Expomus teria de enfrentar uma concorrência, pois outras empresas haviam sido chamadas igualmente para apresentar um projeto.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Foi então que conheci o simpático Peter Schulz, físico e professor da UNICAMP, que foi convidado pela Expomus para ser o curador da exposição.  Começava aí uma grande aventura, pois era a primeira vez que a curadoria de uma exposição tão grande como essa seria realizada por um profissional como o Peter. Juntou-se a nós Ucho Carvalho, conceituado diretor de Arte  e  arquiteto, e Kiko Canepa, que desenvolveria o projeto expográfico. Nosso projeto teve o envolvimento de toda a equipe Expomus e, liderado pela Maria Ignez, nossa diretora,   foi apresentado à Fundação Telefônica e aos departamentos de Marketing e Comunicação do Grupo Telefônica, em outubro de 2007. &lt;br /&gt;&#13;&#10;Vencemos  a concorrência e assim  nascia Tão longe, tão perto, que permaneceria na incubadora, mais especificamente em análise no Ministério da Cultura/MinC, de dezembro de 2007 a março de 2009. Em diversas ocasiões, acreditei que tudo permaneceria para sempre tão longe... Mas, ao final de março de 2009, finalmente obtivemos a aprovação do MinC e pudemos então iniciar a pré-produção da exposição. Nessa época já tínhamos a confirmação do Museu Nacional de Brasília, um espaço tão desafiador como a Oca do Ibirapuera, para receber a mostra. Um novo parceiro se juntou ao nosso grupo para desenvolver a expografia nos generosos 3.000 m² da galeria principal do museu: a BUMMUB design, comandada pelo Fernando Uehara e pelo Marco Antonio. &lt;br /&gt;&#13;&#10;Seguiram-se quatro meses e meio de muito trabalho, muitas reuniões curatoriais, viagens a Brasília para vistoria técnica do espaço, negociações de orçamentos, etc. Mas a coordenação executiva estava com fortes aliados: Peter Schulz, Ucho Carvalho, os meninos BUMMUB, Estúdio Preto e Branco, Liz Eventos, e diversos profissionais competentes! Enfim uma extensa equipe de primeira ponta, sempre a postos para o que desse e viesse, vestindo a camisa do projeto! &lt;br /&gt;&#13;&#10;A montagem em Brasília durou 20 dias. A construção do espaço, apesar de grandiosa, seguiu à risca o cronograma, sempre sob o cuidadoso e eficiente olhar de Luis Picker, da Liz Eventos. A maior parte da longa metragem de paredes foi completamente adesivada com material que chegava de avião de São Paulo, onde foi produzida toda a comunicação visual. A instalação das peças audiovisuais, desenvolvidas pelo Estúdio Preto e Branco, e do precioso acervo dependia da finalização desse trabalho. Esse foi o ponto crítico. Dificuldades superadas, exposição inaugurada numa noite que iluminou o céu de Brasília e atraiu convidados de diversas áreas e tribos! Foram 45 dias de exposição, 46.851 visitantes! &lt;br /&gt;&#13;&#10;Próxima parada: Salão Cultural do MAB/FAAP, em São Paulo. Desafio: realizar a mesma exposição num espaço três vezes menor. A realização da itinerânica consolidou uma oportunidade para rever todo o conteúdo inicial e aprimorar o projeto. Mais uma vez, a BUMMUB realizou um excelente trabalho de implantação da expografia! Tão perto, tão longe é uma grande viagem em torno de uma das maiores invenções da humanidade  percorrer seus núcleos, cuidadosamente trabalhados por uma equipe interdisciplinar, é um exercício que contribui para a compreensão de contextos sociais e repertórios com os quais construímos nossa formação cultural e solidificamos o desenvolvimento tecnológico que tomou conta de nosso cotidiano. A exposição está realmente muito bonita, instigante e dinâmica e vai agradar aos mais diversos públicos. &lt;br /&gt;&#13;&#10;Atuar como coordenadora executiva desse projeto foi e ainda está sendo algo muito especial, por se tratar de um projeto que acompanhei desde o início, desde quando era apenas uma ideia, abreviada em poucas palavras. Por sua complexidade, é definitivamente um marco em minha vida profissional. Apesar das dificuldades inerentes a um projeto de tal porte, ver Tão longe, tão perto materializada, e em dose dupla, é uma realização! Uma realização de várias equipes: da Expomus, da Fundação Telefônica e de nossos queridos parceiros! Agradeço a todos pela parceria e cumplicidade! Afinal, o esforço conjunto é o que viabiliza grandes ações!.&quot;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;/em&gt; Daniela Coelho&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;strong&gt;SERVIÇO: &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Tão Perto e Tão Longe está em cartaz no Museu de Arte Brasileira da FAAP até 23 de maio.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Rua Alagoas 903, prédio 1, Higienópolis - São Paulo.&lt;br /&gt;&#13;&#10;De terça-feira a sexta-feira, das 10h às 20h&lt;br /&gt;&#13;&#10;Sábado, domingos e feriados, das 13h às 17h&lt;br /&gt;&#13;&#10;Entrada franca.&lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.expomus.com.br/artigo-blog/nos-bastidores-de-tao-perto-e-tao-longe</link>
  <title>Nos Bastidores de Tão Perto e Tão Longe.</title>
  <dc:date>2010-4-05T18:13:25Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.expomus.com.br/artigo-blog/krajcberg-em-milao">
  <description>O catálogo da exposição &lt;a href=&quot;http://www.expomus.com.br/projeto/franz-krajcberg-natura&quot;&gt;Frans Krajcberg: Natura&lt;/a&gt; - realizada em 2008, com Krajcberg como artista convidado para a celebração dos 60 anos do MAM-SP - foi selecionado para a mostra Rio+Design Milão 2010 que será realizada no Palazzo Affari da Camera di Commercio di Milano. Desenvolvido pela Tecnopop e com a coordenação do design  André Stolarski, o  catalógo inovou em formato e conceito. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;A iniciativa  de inscriçao no prêmio é da Secretaria de Desenvolvimento do Estado do Rio de Janeiro (SEDEIS) e o SEBAE-RJ reúne produtos de designers do Estado do Rio de Janeiro durante o evento Salone Internazionale do Mobile 2009.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;No evento, que será inaugurado no dia 13 de abril de 2010, participarão designers cariocas renomados e premiados internacionalmente, como Guto Indio da Costa, Sérgio Rodrigues, Mendes Hirth e Fred Gelli, com produtos e/ou peças também premiadas.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;A Tecnopop é parceira da Expomus em vários projetos e foi a responsável pela renovação estética de nosso site. Sucesso para o André Stolarski e sua equipe.</description>
  <link>http://www.expomus.com.br/artigo-blog/krajcberg-em-milao</link>
  <title>Krajcberg em Milão</title>
  <dc:date>2010-3-24T16:49:21Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.expomus.com.br/artigo-blog/caiu-a-ficha-educar-para-a-iniciacao-cientifica">
  <description>Carolina Vilas Boas, Coordenadora do Núcleo de Educação e Inclusão da Expomus,  fala sobre o programa educativo da  exposição &lt;strong&gt;Tão longe, tão perto&lt;/strong&gt;, que estará em cartaz  a partir do dia 21 de março e até 23 de maio de 2010, no Museu de Arte Brasileira da Fundação Armando Alvares Penteado  FAAP. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;em&gt;&quot;É sempre um grande desafio compor equipes educativas para exposições temporárias, pois a preparação, a aprendizagem e a relação com os conteúdos escolares levam um tempo muitas vezes maior do que o próprio período da exposição. Sempre nos surpreende a relação que o público estabelece com os conteúdos propostos, o que nos motiva a investir sempre na elaboração de materiais educativos e estratégias de extroversão que potencializem a continuidade do aprendizado mesmo após o término da mostra.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;O Programa Educativo de Tão longe, tão perto teve como guia os conceitos de convergência e emergência tecnológica que permeiam toda a exposição. Para a educação, esses conceitos iluminam o caminho ao revelar os processos de investigação científica e de criação. Aliado a isso, contamos com a mostra de equipamentos e aparelhos do acervo da Fundação Telefônica, que tem grande apelo educacional.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;A exposição trata destes temas com uma equilibrada relação entre um acervo tridimensional  que desperta a memória e revela um passado que, para os jovens, é bastante distante , e um audacioso projeto multimídia que, na exposição, tem a dupla função de suporte expositivo e também metalinguagem.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;A educação sofre os impactos do mundo contemporâneo  o advento da internet e, principalmente, essa nova configuração que vivemos com a web 2.0 subvertem a lógica do usuário consumidor de informação, transformando-o também em agente gerador  de conteúdo, o que acaba por acelerar cada vez mais os processos de mudança.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;A exposição busca refletir sobre essas mudanças e seus referenciais no passado, por meio de relações interdisciplinares e o acervo de aparelhos históricos, que sempre fascinam as crianças e jovens mais do que a própria tecnologia. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Convidamos a todos a se surpreenderem com Tão longe, tão perto na FAAP, a partir do dia 21 de março, e refletir também sobre o que vem pela frente nas telecomunicações. Informações sobre o atendimento pedagógico podem ser obtidas pelo telefone 3662-7200, de segunda a sexta, das 10h00 às 18h00, ou pelo hotsite da exposição, na página da Fundação Telefônica. (Carolina Vilas Boas - Núcleo de Educação e Inclusão da Expomus) &quot;&lt;/em&gt;</description>
  <link>http://www.expomus.com.br/artigo-blog/caiu-a-ficha-educar-para-a-iniciacao-cientifica</link>
  <title>Caiu a Ficha! Educar para a iniciação cientifica</title>
  <dc:date>2010-3-17T14:54:45Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.expomus.com.br/artigo-blog/um-curador-na-encruzilhada">
  <description>A partir do dia 21 de março e até 23 de maio de 2010, a exposição &lt;strong&gt;Tão longe, tão perto &lt;/strong&gt;estará em cartaz no Museu de Arte Brasileira da Fundação Armando Alvares Penteado  FAAP. &lt;br /&gt;&#13;&#10;A fim de ultrapassar os limites do espaço expositivo, a Expomus convidou algumas pessoas que participaram diretamente da exposição para dividir com os leitores do blog suas experiências e diferentes olhares sobre este projeto.&lt;br /&gt;&#13;&#10;Veja a seguir o post de Peter Schulz, curador de &lt;strong&gt;Tão longe, tão perto&lt;/strong&gt;, professor e físico da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;em&gt;&quot;Um dos conceitos-guia de &lt;strong&gt;Tão longe, tão perto&lt;/strong&gt; é a emergência: a novidade que surge em uma associação de peças de um quebra-cabeça, sendo imprevisível o resultado a partir da contemplação dos pedaços isolados. Essa minha curadoria é certamente um desses fenômenos emergentes, absolutamente inimaginável alguns minutos antes de surgir a oportunidade e completamente imprevisível em seu conjunto de desdobramentos. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Por outro lado, uma vez realizada a tarefa, a ideia de que, afinal, sou um curador vai parecendo mais natural e um desenho a posteriori dessa trajetória acaba querendo vir à tona. Esse exercício não deixa de ser útil, mas pode ser transformado numa pergunta: por que o fascínio dessa atividade sobre um, afinal de contas, amador?&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Sou físico de formação e profissão, com uma atuação exclusivamente restrita ao universo acadêmico até há pouco tempo. A pesquisa científica, ainda a minha atividade principal, insere-se num arcabouço epistemológico bastante eficiente: o método científico. Assim vem sendo já há séculos e vale para as várias ciências naturais&amp;#059; é mais problemático, porém, para as ciências humanas e inconfessavelmente confuso na prática cotidiana da pesquisa  que me perdoem os colegas. De fato, esses arcabouços epistemológicos variam bastante entre as áreas e acabam construindo reservas de mercado que não dão conta das reais possibilidades de um universo cultural mais amplo. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Uma clara limitação se desenha no embate entre As duas culturas, tão bem delineado por C. P. Snow, físico e literato. Uma das ações mais fascinantes possíveis seria, portanto, romper as barreiras entre a cultura das ciências naturais e a das humanas. Numa contemporaneidade marcada pela busca do discurso interdisciplinar, o que precisa ser almejado é a interculturalidade. Pensar a curadoria de &lt;strong&gt;Tão longe, tão perto&lt;/strong&gt; é um ensaio nessa direção. Ao estar livre de certas molduras (frames), é possível construir um trabalho de sugestões acessíveis a todos, enquanto que no contexto acadêmico as sugestões precisam ser exaustivamente corroboradas antes de virem a público. É bom lembrar que é assim mesmo que funciona a ciência, mas a cultura humana  na qual a ciência se insere  não. A cultura humana se faz pelas sugestões abertas e com os riscos dessa abertura. O mundo acadêmico convive mal, por princípio, com esses mesmos riscos. Assim, um museu ou uma exposição são espaços naturais para a interculturalidade, enquanto que no mundo acadêmico ainda predomina um apartheid cultural. A atividade de curadoria sugere o quanto os espaços predominantes de formação humana precisam ser transformados. Penso que, no futuro, por exemplo, uma universidade será peça de museu. Há pelo menos duas maneiras de ler a afirmação. Por isso no título do texto, a encruzilhada entre essas &apos;duas culturas&apos;  &apos;Um curador na encruzilhada&apos;. (Peter Schulz)&quot; &lt;/em&gt;</description>
  <link>http://www.expomus.com.br/artigo-blog/um-curador-na-encruzilhada</link>
  <title>Um curador na encruzilhada</title>
  <dc:date>2010-3-15T15:57:28Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.expomus.com.br/artigo-blog/novas-formas-de-ver-a-arte-uma-experiencia-em-3d">
  <description>No momento em que o cinema celebra a alta tecnologia do 3D com o filme Avatar, a artista nova-iorquina Lena Gieseke decidiu propor  uma versão nesta tecnologia da célebre obra &lt;strong&gt;Guernica&lt;/strong&gt;, de Pablo Picasso.  A obra apresenta a visão do pintor sobre o bombardeio ocorrido na  cidade espanhola de Guernica, em 26 de Abril de 1937, por  aviões alemães.  Foi pintada a óleo e apresentada, ainda em 1937,  na Exposição Internacional de Paris. Está exposta no Centro Nacional de Arte Rainha Sofia, em Madrid.&lt;br /&gt;&#13;&#10;A versão em 3D é uma forma de democratizar o acesso a esse monumental trabalho e despertar o desejo e curiosidade das novas gerações em  conhecer a arte. Confira&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.expomus.com.br/artigo-blog/novas-formas-de-ver-a-arte-uma-experiencia-em-3d</link>
  <title>Novas formas de ver a Arte. Uma experiência em 3D</title>
  <dc:date>2010-2-22T12:06:12Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.expomus.com.br/artigo-blog/maria-ignez-mantovani-franco-defende-sua-tese-de-doutorado">
  <description>Realizada na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, em Lisboa, a defesa recebeu o grau máximo: excelente e distinção com louvor, sendo inclusive indicada para imediata publicação.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Com o título &lt;strong&gt;Museu da Cidade de São Paulo: Um Novo Olhar da Sociomuseologia para uma Megacidade&lt;/strong&gt; e orientação da Professora Doutora Maria Cristina Bruno da Universidade de São Paulo, a tese buscou explicitar uma metodologia interdisciplinar que enuncia a concepção de um novo modelo de museu de cidade, que tem como objeto de análise a grande metrópole, que se articula sobre as premissas de coleta contemporânea de acervo, empreendida por meio de métodos de mobilização social, em interlocução com as lógicas próprias do mundo globalizado, porém canonicamente erigida sobre os preceitos fundadores da Sociomuseologia.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;No cenário dos museus de território, este modelo do &lt;strong&gt;Museu da Cidade de São Paulo,&lt;/strong&gt; busca fomentar um caminho novo e alternativo, que observa e interage em relação a uma realidade inerente à contemporaneidade, às megacidades, na medida em que busca problematizar e compreender as dinâmicas próprias da vida humana nestes imensos e complexos territórios.&lt;br /&gt;&#13;&#10; &lt;br /&gt;&#13;&#10;No século XXI, eleito como o século das cidades, abre-se, portanto, um novo campo teórico para a Museologia&amp;#059; como exercício fundador para este pretendido diálogo interdisciplinar, onde o museu torna-se o palco natural e vocacional de vivência, representação e reflexão coletiva sobre a vida humana em sociedade, na era das macrocidades.&lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.expomus.com.br/artigo-blog/maria-ignez-mantovani-franco-defende-sua-tese-de-doutorado</link>
  <title>Maria Ignez Mantovani Franco defende sua tese de doutorado</title>
  <dc:date>2009-11-26T17:57:45Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.expomus.com.br/artigo-blog/diario-de-viagem-por-maria-ignez-mantovani-franco">
  <description>Para a &lt;strong&gt;Expomus &lt;/strong&gt;viajar é sinônimo de modo de ser. Está em nosso DNA.  Nesses quase &lt;strong&gt;30 anos &lt;/strong&gt;de existência nossa equipe transitou por muitos continentes e países, levando nossa cultura, nossa arte e modo de viver.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Viajar pelo Brasil ou para o exterior é algo cotidiano para o colaborador Expomus. Conviver com diferentes culturas e compartilhá-las com os companheiros ao chegar é um ato prazeroso, trazer uma pequena lembrança ou um docinho delicioso para &lt;strong&gt;compartilhar &lt;/strong&gt;no nosso café, nosso canto de convivência, é algo absolutamente fundamental. Nestes momentos surgem as histórias, os relatos de viagem, os casos a contar, as dicas para os próximos viajantes, os cuidados a serem tomados seja no embarque, no trajeto, na alfândega, ou no país visitado. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;É também nesses encontros espontâneos que se aprende o modo de ser e de viajar da Expomus, as características de nossas ações no exterior, a capacidade de compartilhar &lt;strong&gt;experiências &lt;/strong&gt;com diferentes equipes, como flexibilizar para encontrar soluções quando se está distante da base e, ao mesmo tempo, como manter a tranqüilidade em momentos de risco, de distúrbio, de instabilidade no país visitado ou no projeto em que se está envolvido. Aprende-se a assumir responsabilidades, compartilha-las e, mais do que isso, a &lt;strong&gt;tomar iniciativas &lt;/strong&gt;e deliberações em momentos de pressão que, muitas vezes, o projeto internacional nos reserva. &lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Cultiva-se de forma muito especial a arte de ser competente, sem perder a generosidade e flexibilidade.&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Nossos profissionais dominam vários idiomas, mas, além disso, adquirem a competência de compreender nuances entre diferentes culturas, respeitar diferenças e &lt;strong&gt;propor diálogos. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&#13;&#10;&lt;br /&gt;&#13;&#10;Somos viajantes desde muito antes do auge da internacionalização. Não por acaso fomos muitas vezes chamadas de &lt;em&gt;globetrotters! &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.expomus.com.br/artigo-blog/diario-de-viagem-por-maria-ignez-mantovani-franco</link>
  <title>Diário de Viagem. Por Maria Ignez Mantovani Franco</title>
  <dc:date>2009-11-15T20:33:35Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.expomus.com.br/artigo-blog/conferencia-camoc-2009-istambul">
  <description>O Comitê Internacional do ICOM (Conselho Internacional de Museus) que se dedica aos Museus de Cidade  , realizou sua última conferência anual em Istambul, no final de setembro. Com o tema Coletando a História Urbana na Era da Eletrônica, a conferência acolheu um grupo multidisciplinar de 106 participantes provenientes de todas as partes do mundo, que discutiram, durante três dias, questões como: coleta para o futuro, o impacto da internet no modo de repertoriar a cidade, coleta de material sobre a cidade periférica, e outros. Leia o relato de Maria Ignez Mantovani sobre a sua participação na conferência.&lt;br /&gt;&#13;&#10;</description>
  <link>http://www.expomus.com.br/artigo-blog/conferencia-camoc-2009-istambul</link>
  <title>Conferência CAMOC 2009  Istambul</title>
  <dc:date>2009-11-12T16:45:28Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.expomus.com.br/artigo-blog/i-encontro-de-recursos-humanos-de-organizacoes-culturais">
  <description>Um grande passo rumo ao fortalecimento e à profissionalização da área cultural no que diz respeito à Gestão de Pessoas, foi dado na semana passada através desta iniciativa liderada pela Pinacoteca do Estado de SP. Membros de Diversas Organizações Culturais estavam presentes para formação deste grupo que fará reuniões periódicas para troca de experiências e aprendizado. </description>
  <link>http://www.expomus.com.br/artigo-blog/i-encontro-de-recursos-humanos-de-organizacoes-culturais</link>
  <title>I Encontro de Recursos Humanos de Organizações Culturais</title>
  <dc:date>2009-11-09T11:18:34Z</dc:date>
 </item>
 <item rdf:about="http://www.expomus.com.br/artigo-blog/e-tempo-de-novidade">
  <description>Estamos construindo um novo tempo, onde as relações determinam cada vez mais  os modos do fazer. Nunca as pessoas estiveram tão conectadas umas nas outras.  O desafio é fazer valer essa conexão rápida e imediata, onde a comunicação possa contribuir para a melhoria de todas as práticas e  consequentemente beneficiar a nossa existencia e qualidade de vida.  Nosso novo site, reflete esse desejo de integrar, compartilhar, trocar experiências.  Fique por perto. </description>
  <link>http://www.expomus.com.br/artigo-blog/e-tempo-de-novidade</link>
  <title>É tempo de novidade</title>
  <dc:date>2009-11-06T04:07:28Z</dc:date>
 </item>
</rdf:RDF>
